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Projeto contra corrupção do MPF já coletou mais 31 mil assinaturas na PB
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  • 26/05/2017


    Sobe - OAB por protocolar pedido de impeachment de Temer na Câmara


    Desce - Ações discriminatórias contra os brasileiros nordestinos


    Babá promovida


    Leandra Barbosa dos Santos Brito, que ganhou notoriedade há duas semanas, ao ser apontada como babá do filho do presidente Michel Temer com remuneração bancada pelo Palácio do Planalto, foi nomeada pela Casa Civil da Presidência da República para exercer o cargo de assessora técnica no gabinete pessoal do presidente Temer. A nomeação foi publicada na quinta-feira (25), no Diário Oficial da União. Na época em que o jornal “O Globo” divulgou que a servidora era babá de Michelzinho, o Planalto e o próprio presidente negaram a informação.


    Substituto de Temer


    Cogitado como um nome possível para assumir a Presidência da República caso Michel Temer renuncie ou tenha que deixar o cargo, o ex-ministro Nelson Jobim vem participando das articulações em torno da sucessão, mas nega ser pré-candidato para substituir o peemedebista. Em entrevista à revista Piauí, Jobim citou entre os motivos seria a sociedade do banco BTG Pactual, da qual faz parte. Em evento promovido pela instituição financeira na última quinta-feira (18), em São Paulo, Jobim buscou a manifestação do economista-chefe, Eduardo Loyo, que chegou a afirmar que o “liberava”.


    Bomba no Ministério


    A Defesa Civil do Distrito Federal evacuou o prédio do Ministério do Trabalho e pediu para que as pessoas se afastassem do edifício após a identificação de uma suspeita de bomba no 9º andar, na manhã de ontem (25). Segundo informação do portal G1, a Polícia Federal e o Esquadrão Antibombas esteve no local, enquanto o Exército fazia uma barreira em frente a sede do ministério para impedir a aproximação das pessoas. Um servidor do MTE, Flávio Lopes, relatou que os funcionários estavam trabalhando normalmente quando foram comunicados por brigadistas e seguranças sobre a ameaça de bomba.


    Retirou forças armadas


    Após críticas, o presidente Michel Temer (PMDB) decidiu revogar o decreto que autorizou o uso de tropas das Forças Armadas na Esplanada dos Ministérios. A decisão foi publicada em uma edição extra-ordinária do Diário Oficial da União (DOU) de ontem (25). No texto, o presidente afirma que considerou a “cessação dos atos de depredação e violência e o consequente restabelecimento da Lei da Ordem no Distrito Federal”. Essa revogação aconteceu menos de 24 horas, após a assinatura do decreto que autorizou o envio de tropas para a Esplanada.


    Entregou passaporte


    O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) entregou seu passaporte ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (24). A informação é do colunista Fausto Macedo, do Estadão. A postura do tucano atende à ordem do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, no âmbito da Operação Patmos. Aécio é investigado por exigir R$ 2 milhões em propina para o empresário Joesley Batista, sócio da JBS. Formalmente, Aécio é alvo de inquérito por suspeita de corrupção passiva, obstrução de investigação e participação em organização criminosa.


    Nepotismo


    O prefeito de Itabuna, no sul baiano, Fernando Gomes (DEM), deve exonerar a esposa e um sobrinho caso não queira sofrer uma ação de improbidade administrativa. Essa é a posição da Promotoria de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público e Moralidade Administrativa da cidade, que vê nepotismo no caso. Segundo o promotor de Justiça Inocêncio de Carvalho Santana, Gomes descumpre ainda uma lei sancionada por ele mesmo [Fernando Gomes] em 2007, que proibia a contratação de parentes para cargos na prefeitura.


    Em busca de sucessor


    Três das principais forças políticas do país estão articulando a sucessão do presidente Michel Temer. Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e José Sarney (PMDB) têm liderado conversas suprapartidárias em busca de um consenso para a formação de um novo governo, caso Temer seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com a Folha de S.Paulo, as conversas começaram depois que os detalhes da delação da JBS foram divulgados. As conversas estão pulverizadas e acontecem reservadamente em Brasília e em São Paulo. 



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