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Projeto contra corrupção do MPF já coletou mais 31 mil assinaturas na PB
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  • 27/05/2017


    Sobe - Governo do Estado por autorizar licitação para obra complementar na Lagoa Grande

     
    Desce - Prefeitura de Conceição do Jacuípe por abandonar ônibus escolar em prejuízo do dinheiro púbico


    Coletiva de Ron


    O vereador Ron do Povo (PTC), que na terça-feira (23), denunciou que um assessor de vereador lhe ofereceu drogas no prédio da Câmara Municipal de Feira de Santana, resolveu esclarecer melhor os fatos. Informa através de sua assessoria que segunda-feira (29), às 10h, no próprio Legislativo, concederá entrevista coletiva à imprensa.


    Cassação da chapa


    Com o avanço da crise política, o presidente Michel Temer pretende estender o máximo possível o julgamento do processo de cassação da chapa na qual ele é vice, com a ex-presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação começa a ser apreciada no próximo dia 6. Segundo informações do jornal O Globo, uma das esperanças seria a separação da chapa e absolvição do peemedebista, mas essa chance pode se dissipar até a data do julgamento. Na contagem do governo, três dos sete ministros já se posicionaram contra Temer - deste modo, para condená-lo, bastaria um dos integrantes da Corte mudar de lado.


    Esquema de propina


    O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque detalhou os encontros com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o esquema de propinas envolvendo a Sete Brasil. As informações constam empelo menos dois anexos de sua delação premiada, de acordo com a colunista Andréia Saidi, do G1. Duque detalha que o dinheiro de propina da Sete Brasil teria abastecido contas do PT, de José Dirceu e do próprio Lula. O ex-ministro Antônio Palocci teria gerenciado os valores desviados para o presidente na época em que estava no governo. A informação deverá ser confirmada por Palocci em delação.


    Revisão de benefícios


    Ministros do Supremo Tribunal Federal admitem a possibilidade de revisar os benefícios concedidos aos empresários do grupo J&F - holding que inclui a JBS - no acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria-Geral da República. A previsão não é de consenso entre os integrantes Corte, mas tem sido defendida por alguns magistrados e até mesmo pelo relator da Operação Lava Jato, ministro Edson Fachin. Alvo de polêmica, o acordo firmado pelo Ministério Público Federal prevê imunidade penal aos irmãos Joesley e Wesley Batista e demais delatores do grupo empresarial. Eles foram também autorizados a viver fora do País.


    Procedimento contra Moro


    Diante da polêmica com a divulgação de áudios de políticos investigados, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu pautar dois procedimentos contra o juiz Sérgio Moro. Um dos processos questiona a divulgação de conversas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seus familiares, segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo. A sessão foi agendada para a próxima terça-feira (30).


    Incentivo do governo


    O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou na quinta-feira (25), que o governo estuda meios para estimular que grupos pequenos e médios ocupem espaços no mercado de carnes e reduzam a concentração no setor. Maggi explicou que seu ministério já mapeia plantas industriais que estão fechadas para uma possível reativação. A informação vem depois da delação dos donos da JBS, a maior empresa de carnes do mundo, que provocou uma crise envolvendo o presidente Michel Temer.


    Delação vai render prejuízos


    Para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além da crise política que se instalou no governo Michel Temer (PMDB), a delação da JBS ainda vai render muitos prejuízos à Operação Lava Jato. Segundo informações do blog Painel, hospedado na Folha de S. Paulo, há um grande constrangimento na corte por conta da circunstância em que o acordo foi firmado com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Neste contexto, a revelação de que o ministro Edson Fachin, relator da operação no STF, contou com o apoio do delator Ricardo Saud para falar com senadores que votariam sua indicação à corte, em 2015, só piorou a situação. 



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