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Enchente atinge bananais em três cidades do Vale do Ribeira, SP
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  • 25/08/2017


    Sobe - A povo baiano pela solidariedade com as vítimas da tragédia, na travessia Salvador/Mar Grande.


    Desce - A ASTRAMAB associação responsável pela embarcação por demora no resgate das vítimas, da tragédia, na Baía de Todos os Santos.


    Nova denúncia


    O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu que irá fazer uma segunda denúncia contra o presidente Michel Temer antes do fim de seu mandato em 17 de setembro. Janot e sua equipe já estão elaborando o texto básico da acusação, trabalho que deve ser concluído no fim de setembro. O caso está sendo mantido sob sigilo e até o momento não está claro ainda qual crime será imputado ao presidente, que nega ter cometido qualquer ato ilícito. A denúncia será feita a partir do inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar Temer por corrupção, obstrução de justiça e organização criminosa.


    Abrigo para Dória


    A possibilidade de o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), entrar no DEM para disputar a eleição presidencial de 2018 divide opiniões dentro do partido. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), já deu declarações minimizando a chance de abrigar o tucano. Já alas como a do ministro da Educação, Mendonça Filho, não tem oposição à ideia. “Como vamos receber o Doria no partido, como traidor do governador Geraldo Alckmin [padrinho político do prefeito que também tem pretensões presidenciais]?”, questiona, no entanto, uma terceira liderança, alinhado à rejeição ao prefeito.


    Entrando no vermelho


    A privatização de alguns aeroportos lucrativos à Infraero poderá custar gastos extras de pelo menos R$ 3 bilhões ao governo federal. A medida também poderá deixar a estatal no vermelho por mais de 15 anos, com déficit de aproximadamente R$ 400 milhões por ano. A avaliação foi feita pela própria Infraero, em ofício enviado pelo presidente Antônio Claret de Oliveira ao ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa. O documento, datado de 17 de agosto, foi classificado como “reservado”.


    Economia bilionária


    Entre as ações que compõem um pacote de medidas para cortar gastos no Executivo, o governo federal pretende zerar os custos com aluguel de imóveis para órgãos públicos. Para resolver isso, a Secretaria de Patrimônio da União finaliza um estudo que vai guiar a redistribuição de repartições que hoje ocupam prédios de terceiros, segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo. A medida visa economizar R$ 1,6 bilhão por ano. De acordo com a publicação, a mudança é fruto de ações do senador Romero Jucá (PMDB-RR), que, embora não possua um cargo no Palácio do Planalto, atuou em defesa das propostas de privatizações, concessões e cortes de gastos.


    Campanha sem verba


    No dia após os deputados rechaçarem em plenário a proposta inicial de criação de um fundo bilionário para financiar campanhas eleitorais, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), demonstrou nesta quinta-feira (24), pessimismo em relação ao tema vingar. Insatisfeito com a situação, Rodrigo Maia adotou tom irônico ao dizer que os candidatos precisarão “comprar um bom celular e contratar um cinegrafista amador” para conseguir fazer campanha no ano que vem apenas com os recursos do fundo partidário, que dispõe de cerca de R$ 800 milhões para o funcionamento das legendas.


    Fica até dezembro


    Presidente licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou na quinta-feira (24), que o senador Tasso Jereissati (CE) ficará na presidência do partido, de forma interina, até dezembro, quando deve acontecer a convenção nacional que escolherá o novo presidente da sigla e o candidato tucano à Presidência da República, nas eleições de 2018. Aécio fez a declaração após se reunir com parlamentares do PSDB e presidentes dos diretórios estaduais, na sede nacional do partido, em Brasília.


    Quer fim de privilégios


    O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse na quinta-feira (24), que a votação da Medida Provisória 777, que cria a Taxa de Longo Prazo (TLP), deve ser concluída até terça-feira (29), para que o Senado tenha ainda um prazo de uma semana e meia para votar em plenário a matéria. “A gente vai avançar com a MP 777 e, se não terminar hoje, termina na terça-feira”, disse. Maia defendeu a TLP e disse que o País precisa acabar com privilégios e “igrejinhas” dentro do governo. 



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