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Família em Barbacena tem casa furtada enquanto viajava
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  • 01/09/2017


    Sobe - A ampla reforma no Cajueiro que o transformou em um novo conceito de Casa de Eventos de Feira de Santana.


    Desce - Empresas que lideram ranking de reclamações no Procon de Feira.


    Saúde


    Feira de Santana tem um novo chefe da Divisão Médica na Secretaria de Saúde. Trata-se do médico Yure Maia Fonseca de Jesus, que tem experiência de gestão administrativa com passagem na HapVida, Unimed e outras unidades de saúde. O decreto foi publicado na edição de ontem, do Diário Oficial do Município, chancelado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e pela Secretária de Saúde Denise Mascarenhas.


    Mandatos cassados


    A prefeita de Ituberá, no Baixo Sul baiano, Iramar Braga de Souza Costa, teve o mandato cassado. Conforme a sentença decretada na quarta-feira (30), a gestora, que foi reeleita na última eleição, fica inelegível por oito anos. A punição também atinge o vice-prefeito Vivaldo Reis de Souza, com quem Iramar Costa venceu as eleições em 2016. De acordo com o juiz Reinaldo Peixoto Marinha, foi comprovada a prática de abuso de poder político e econômico, o que afetou o equilíbrio eleitoral. Segundo uma das acusações, a gestora teria “inchado” a administração ao promover contratações sem concurso ao longo dos anos 2014, 2015 e 2016 com o intuito de fortalecer o projeto político local.


    Repasse milionário


    Apontado como operador de propina do PMDB, o doleiro Lúcio Bolonha Funaro afirmou ter intermediado o repasse de R$ 7 milhões em espécie para a campanha do ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB) ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014. A informação integra a delação premiada já fechada por Funaro com o Ministério Público Federal (MPF). Segundo informações da Folha de S. Paulo, o delator apontou que o montante foi enviado pelo empresário Joesley Batista e entregue a um assessor de Alves, no Hotel Ocean, na praia de Ponta Negra, em Natal.

     

    Mesada do silêncio


    Em meio aos depoimentos de delação premiada, o doleiro Lúcio Funaro confirmou ter recebido pagamento do empresário Joesley Batista para permanecer em silêncio na prisão. Funaro foi preso em julho de 2016, acusado de participar de um esquema de cobrança de propina para intermediar a liberação de recursos do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS). Segundo informações d’O Globo, o objetivo da “mesada” era garantir que ele não firmasse a colaboração com o Ministério Público Federal (MPF), a fim de evitar implicações sobre atos de corrupção e movimentação ilegal de recursos por parte de políticos influentes do país.


    Quer ser o presidente


    Na quinta-feira (31), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, revelou seu desejo de ser candidato à presidência da República. Durante visita à nova sede da empresa de cosméticos Natura, o governador afirmou a jornalistas que quer “ser o presidente do povo brasileiro”. A declaração foi feita em resposta a questionamento sobre comparação feita pela consultoria Eurasia, de que Alckmin se parece com a ex-candidata à presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton. Assim como ela, disse a consultoria, Alckmin representa a manutenção de valores da elite.


    Não pode manter o silêncio


    Após se reunir com empresários chineses em Pequim na quinta-feira (31), o presidente Michel Temer afirmou que não se pode “manter o silêncio” sobre o pedido de suspeição contra o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e que o Judiciário deve decidir a questão. Em entrevista coletiva, Temer negou que esteja tentando “desqualificar” o procurador. “Você sabe que no plano jurídico, quando alguém começa a agir suspeitamente, você tem que arguir da suspeição, e quem decide é o Judiciário. O Judiciário é que vai decidir o que deve haver, se há suspeição, se não há suspeição. O que não se pode é manter o silêncio. Mas, foi o que o advogado fez”, disse o presidente.


    Nova denúncia


    O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, deve enviar na semana que vem a segunda denúncia contra Michel Temer. A possibilidade é que o documento chegue no supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (8), após o feriado da Independência do Brasil. A informação é da coluna de Lauro Jardim, em O Globo. O pedido do Supremo incluirá a delação premiada de Lúcio Funaro, que deve ser homologada nos próximos dias. A primeira denúncia contra Temer foi rejeitada no plenário da Câmara, neste mês. 



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