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  • 09/09/2017


    Sobe - A Expofeira 2017 pelo volume aceitável de negócios contratados.


    Desce - O PMDB por ter o maior número de prisão e indiciciados nas diversas operações de corrupção no Brasil.


    Vieira Lima


    A prisão do ex-ministro de Temer (PMDB), Dilma (PT) e Lula (PT), ao ser preso, ontem, mais uma vez pela Polícia Federal, perdendo a condição de preso domiciliar, desfaz de vez o poderio que Geddel tinha na Bahia e até no Brasil por controlar o maior partido da nação aqui no Estado há quase 30 anos. Ontem, Geddel levou mais um com ele. Trata-se de Gustavo Ferraz, diretor-superintendente da Codesal, empresa ligada ao município de Salvador, que tem como prefeito ACM Neto (DEM). Ferraz teve suas digitais encontradas nas cédulas apreendidas no apartamento ligado a Geddel em Salvador. Como o dono do imóvel disse que este foi cedido ao deputado federal Lúcio (PMDB), irmão de Geddel, é possível que ele também tenha entrado, depois da sessão, no apartamento e suas digitais podem estar lá. Como tem foro privilegiado por ser deputado, se encontradas suas digitais, só está faltando o Supremo emitir o alvará de detenção. Mas, só se ele tiver contado o dinheiro também.


    PMDB


    O PMDB na Bahia está acéfalo. Geddel sem as mínimas condições de continuar e por laços familiares, fica difícil a manutenção do poder com o deputado federal Lúcio Vieira Lima. Os deputados e outras lideranças do partido na Bahia começaram a se movimentar para escolherem com quem fica o partido. Como o único deputado federal (Lúcio) é carta fora do baralho, resta a escolha entre os estaduais. Hildécio Meireles, Leur Lomanto Junior, Luciano Simões Filho e Pedro Tavares. Tem ainda, dois vices-prefeitos das duas maiores cidades da Bahia, Bruno e Colbert. O primeiro é ligado a ACM do DEM e o segundo ao prefeito José Ronaldo também do Democratas. É possível que os estaduais queiram rifar os dois por representarem lideranças maiores de outros partidos.


    PMDB I


    O PMDB chega na Bahia, no momento, a uma situação que beira à desidratação política. Já nas eleições anteriores, o partido foi incapaz de formar quadros para disputar o pleito. Mas, não conseguiu nem 10% do número exigido para formação de chapa própria. Elegeu seus deputados, exceto o federal, utilizando quociente da coligação que fez parte. Na situação atual, onde está sendo suprimida as coligações partidárias, acredita-se que nem os próprios atuais deputados queiram continuar na legenda, pois se antes foi difícil formar chapa, agora se torna impossível. O futuro do partido na Bahia, que hoje é cinzento, se mostra no futuro como um ponto negro no horizonte.


    Reforma da Previdência


    O presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ) garantiu na quinta-feira (7), que a votação do projeto de Reforma da Previdência será pautada no mês de outubro, após a análise da Reforma Política. Maia disse ainda que há condições para alcançar o quórum necessário para que o projeto entre em votação. Na última quarta (6), o ministro-chefe da Casa Civil Eliseu Padilha já havia afirmado que a reforma da Previdência “será votada neste ano, sim, senhor”.

     

    Aposta do PT


    O Partido dos Trabalhadores (PT) espera uma decisão a cerca da Inelegibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva até abril. O partido aposta na candidatura de Lula nas Eleições de 2018. O petista foi condenado pelo juiz Sérgio Moro em primeira instância por corrupção e lavagem de dinheiro no processo relativo ao tríplex do Guarujá. O caso será agora julgado em segunda instância pelo TRF (Tribunal Regional Federal) de Porto Alegre e, se confirmada a sentença, Lula se torna ficha suja e se a pena não for alterada, poderá ir para a cadeia.


    Diretor exonerado


    Após deflagração da operação “Cui Bono” que prendeu preventivamente o superintendente da Defesa Civil de Salvador (Codesal) Gustavo Ferraz, a Prefeitura emitiu nota informando a exoneração do diretor geral. De acordo com o texto o desligamento de Ferraz se deu por conta das investigações. “A Prefeitura de Salvador não compactua com nenhum ato ilícito e qualquer servidor municipal envolvido em questões dessa natureza terá que responder na justiça”, garante a nota.


    Delações


    O presidente Michel Temer classificou na quinta-feira (7), durante longo almoço com ministros e parlamentares, como “nojento” o diálogo gravado entre o sócio da J&F, Joesley Batista e um executivo da holding, Ricardo Saud. Segundo informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, os convivas acompanharam-no na crítica, usando termos como “sórdido” e “desmoralizante”. Após o almoço, aliados de Temer atribuíram ao ex-procurador Marcelo Miller a estratégia de identificar doações eleitorais. Eles afirmam que o promotor Sérgio Bruno, integrante da força-tarefa na Procuradoria-Geral da República (PGR), gosta do termo.



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