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  • 16/09/2017


    Sobe - A juíza de execuções penais da Justiça Federal que não acatou o exagero do argumento sexual do advogado de Geddel.


    Desce - O advogado de Geddel por acreditar que alguém tenha apetite para estuprar o milionário de R$ 51 milhões.


    Estuprado ou estuprador?


    O argumento usado pelo advogado de Geddel Vieira Lima (PMDB) para conseguir convencer a Juíza da Vara de Execuções Penais da Justiça Federal a transformar sua prisão para domiciliar só pode ser porque ele, o advogado, acredita que seu cliente é um quase sexagenário sexy. Querer convencer que Geddel corre risco de ser estuprado é uma inversão, porque foi Geddel que estuprou o Brasil invadindo os cofres públicos para surrupiar 51 milhões de reais.


    Anedotário


    As selas da Polícia Federal têm na sua composição beliches. Os presos dão nomes a alguns deles. O de cima é apelidado de “Coqueirinho da Bahia”. Já os que ficam embaixo o nome é “Papai-mamãe”.


    Tendão de Aquiles


    Preso desde o último domingo (10), o empresário Joesley Batista deixou a Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, na manhã da sexta-feira (15). Ele viajou para São Paulo para participar da audiência de custódia, referente à Operação Tendão de Aquiles, como ordenado pelo juiz da 6ª Vara Federal de São Paulo. A Operação investiga se houve uso indevido de informações privilegiadas em movimentações do mercado financeiro, com a venda de ações da JBS S/A na bolsa de valores e a compra de contratos futuros de dólar.


    Aproximação de Dória


    O prefeito João Doria (PSDB) tem se reaproximado de integrantes da ala de apoiadores do senador Aécio Neves (MG) - ele havia defendido a saída do congressista quando ele foi alvo, em maio deste ano, da operação Patmos, deflagrada após a delação da JBS. Após o aceno de Doria, os dois tucanos conversaram na última quarta-feira (13). Doria é apontado como uma das opções do PSDB para disputar a Presidência da República em 2018. Ele tem desconversado sobre a possível candidatura, que entra em rota de colisão com as pretensões do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.


    Deveria se preocupar ‘com a própria pele’


    O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) teria dito a aliados meses atrás, antes de ser preso pela segunda vez na última sexta-feira (8), que o presidente Michel Temer deveria se preocupar menos com sua imagem e mais “com a própria pele”. A informação é da coluna Painel, da Folha de S.Paulo. A afirmação reforça um temor do Planalto: um possível acordo de colaboração premiada entre Geddel e a força-tarefa da Operação Lava Jato, já que Geddel também teria dito que não aguentaria uma semana preso. De acordo com O Globo, o governo quer enterrar a segunda denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Temer “antes que Geddel fale”.


    Parecer contrário a Dilma


    O procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, deu parecer contrário ao recurso apresentado pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para anular o processo de impeachment e retomar a Presidência. Na avaliação de Janot, segundo a Veja, o rito foi “autorizado e conduzido com base em motivação idônea e suficiente”. Na peça, o advogado de Dilma, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, questiona a falta de motivos jurídicos para o afastamento da petista. O mandado de segurança de Dilma retoma a tese de que houve “desvio de poder” por parte “da ação degenerada e ilícita” do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


    Ponte Salvador-Itaparica


    O vice-governador e secretário de Planejamento do Estado, João Leão, fará uma série de viagens a partir desta quinta-feira (14), para viabilizar o projeto da Ponte Salvador-Itaparica. Nesta quinta, ele irá a São Paulo. “Estou indo a são Paulo hoje para levar para o Instituto de Engenharia, com todas as grandes empresas do Brasil, para oferecer a ponte como uma opção para as empresas que queiram vir participar”, contou, em entrevista ao Bahia Notícias. O objetivo é buscar novos interessados na construção e execução da obra.


    PSDB vai analisar denúncia


    O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), declarou na sexta-feira (15), que o partido vai analisar o teor da denúncia contra o presidente Michel Temer antes de se posicionar sobre o assunto, mas que o processo não deve paralisar os trabalhos da Câmara dos Deputados. “O PSDB vai primeiro analisar tudo isso para depois se posicionar”, declarou Alckmin sobre a denúncia feita-quinta (14), da Procuradoria Geral da República (PGR). Questionado sobre se o processo pode atrapalhar o andamento da agenda do Congresso, que ainda pretende votar reformas importantes este ano, como a da Previdência, o governador disse acreditar que não. 



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