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  • 06/10/2017


    Sobe - Vereador Edvaldo Lima por ser autor de moção de repúdio que resultou na vinda de representantes do Banco Santander a Feira de Santana pedir desculpa pela exposição e devolver o dinheiro investido no evento.


    Desce - Estabelecimentos comerciais que vendem brinquedos infantis sem o selo do Inmetro.


    Direito de resposta


    A presidente da APLB, Marlede Oliveira, através da sua assessoria, procurou a reportagem do Jornal Folha do Estado, para responder à nota publicada na edicação de ontem (05), onde o vereador Isaias de Diogo afirma que não a assediou, em episódio ocorrido na segunda (02), na Câmara Municipal de Feira de Santana. “Na última segunda-feira, 02, durante a sessão na Câmara de Vereadores, a Profª Marlede Oliveira, diretora da Aplb Feira, se negou a abraçar o vereador Isaías de Diogo, pois o mesmo votou em dois projetos enviados pelo Executivo que retirava direito dos trabalhadores, em março deste ano. O que ocorreu foi a tentativa do vereador citado, tentar abraçá-la apesar da mesma recusar, e isso é assédio. Existem diferentes tipos de assédios, como o moral, sexual, psicológico, virtual, judicial, entre outros. No entanto, todos são baseados no princípio de perseguir e forçar alguém a fazer algo contra sua vontade”, explicou.


    Audiência pública


    Atendendo proposição da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, a Câmara Municipal de Feira de Santana realizou na quinta-feira (05), Audiência Pública para discutir a Lei Federal de nº 13.022/2014 - Estatuto Geral das Guardas Municipais e a Lei complementar do Município nº 056/2009- aspectos legais da atuação da Guarda Municipal. Presidida pelo vereador Isaias de Diogo (PSC), a audiência contou com as presenças do prefeito José Ronaldo de Carvalho; Procurador do Município, Cleudson Santos Almeida; secretário municipal de Prevenção à Violência, Pablo Roberto Gonçalves; presidente da Associação dos Guardas Municipais de Feira de Santana, Angela Souza Porto Savenhago; Comandante da Guarda Municipal de Feira de Santana, Ailton de Almeida Cerqueira; e o professor, guarda municipal da cidade de Paulinia (SP) e ex-secretário municipal da cidade de Santa Bárbara D’Oeste (SP), Eliel Miranda.


    Pode voltar a atuar


    O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode voltar a atuar diretamente em ações da Operação Lava Jato. Segundo informações do jornalista Matheus Leitão, ele deve trabalhar na Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), responsável por julgar processos de matéria penal, a exemplo dos recursos da Lava Jato. Ao sair da Procuradoria-Geral da República (PGR), Janot optou por não se aposentar e manter o cargo de subprocurador-geral da República, no Ministério Público Federal (MPF), garantindo o foro privilegiado perante a Justiça.


    Fundo público para campanhas


    Entre os 39 deputados que compõem a bancada baiana na Câmara dos Deputados, 30 foram favoráveis à criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha estimado em R$ 1,7 bilhão para as eleições do ano que vem. O resultado, cuja aprovação foi confirmada em votação na de quarta-feira (4), foi alcançado em uma votação considerada suprapartidária, já que há parlamentares de legendas alinhadas à esquerda, ao centro e à direita. A expectativa que se tem em relação ao fundo público é a redução da corrupção e do tamanho das campanhas.


    Vendeu avião


    A J&F, holding que controla a JBS e outras companhias dos irmãos Joesley e Wesley Batista, comprou um avião do ex-ministro Geddel Vieira Lima em 2012, no valor de R$ 700 mil. Segundo informações do Jornal Folha de S. Paulo, a transação foi realizada no período em que Geddel ainda era vice-presidente de pessoa jurídica da Caixa Econômica Federal, responsável, portanto, por liberar empréstimos a empresas, incluindo as do grupo. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal aponta que Geddel, entre 2011 e 2013, atuou para liberar crédito à J&F em troca de propina.


    Interferiu na escolha


    A cúpula do PSDB diz ter certeza que o presidente Michel Temer atuou diretamente na escolha do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) para relator da segunda denúncia do procurador Rodrigo Janot, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Mas, um integrante do partido chegou a dizer ao Blog do Camarotti, no G1, que a estratégia terá efeito inverso, justamente porque Temer tentou dividir o PSDB. “O tiro saiu pela culatra. Em vez de conseguir mais votos para barrar a denúncia, ele vai perder votos por tentar rachar o partido”, disse. 



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