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Projeto contra corrupção do MPF já coletou mais 31 mil assinaturas na PB
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  • 28/10/2017


    Sobe - Audiência Pública, a pedido do vereador Roberto Tourinho, que reativou memória dos problemas não solucionados envolvendo Minha Casa, Minha Vida em Feira.

     

    Desce - Os órgãos envolvidos no Minha Casa, Minha Vida por não terem resolvido os problemas dectados no programa. 


    Intriga


    Ontem, pela manhã, o prefeito José Ronaldo de Carvalho assinou convênio com a embasa representada por seu presidente Rogério Cedraz para exploração da distribuição de águas em Feira de Santana. O prefeito enalteceu e agradeceu à Câmara de Feira de Santana pela aprovação do projeto. Fez uma pequena parada nas explicações, olhou para o presidente e disse: "A Câmara aprovou com votos de 20 dos 21 vereadores, foi apenas um voto contra o presidente, o do vereador do PT Alberto Nery". Rogério esboçou um sorriso e baixou a cabeça. Fazer o quê?


    Tiririca da vida


    O jornalista Jair Onofre do site Bahia na Política entrevistou, ontem, em um restaurante da cidade, o deputado federal Tiririca. Tiririca que já tinha antecipado ontem, ao Jornal Folha de São Paulo, que não seria mais candidato, questionado por Onofre, reiterou: "Sim, não serei candidato a deputado federal".


    A promessa


    Tiririca, sem dúvidas, deve estar decepcionado com o Congresso nacional. Que se diga a verdade, votou sempre contra medidas das reformas de Temer e nas duas vezes votou pela abertura do processo contra o presidente. A decepção dele lá não é maior que a dos eleitores que votaram nele com a esperança de saberem o que faz um deputado federal. Na sua campanha, Tiririca dizia: "Vocês sabem o que faz um deputado federal?" e em resposta aparecia uma placa: Não. Ele continuava: "Eu também não sei, mas quando chegar lá vou descobrir e contar para vocês". Nunca contou.

     

    Assessor exonerado


    O deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB) exonerou Job Ribeiro Brandão, que está em prisão domiciliar por determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), após ter as digitais encontradas no bunker com R$ 51 milhões atribuídos ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. Brandão estava lotado no gabinete do parlamentar baiano, no cargo de secretário parlamentar. O pedido de exoneração ocorreu em 25 de outubro, dia da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer. O servidor foi alvo de mandado de busca e apreensão na mesma operação que investigou o deputado, acusado de ajudar Geddel, seu irmão, a esconder o dinheiro.

     

    Regalia e Temer


    O marqueteiro do presidente Michel Temer, Elsinho Mouco, ganhou uma sala no quarto andar do Palácio do Planalto, mesmo sem ser servidor do governo. A presença do marqueteiro tem gerado desconforto, de acordo com o Blog do Camarotti, no G1, por não haver relação com o serviço público e por ampliar a divergência interna sobre o rumo da comunicação do governo. Temer acumula desaprovação recorde, com apenas 3% de avaliação "ótimo" e "bom", segundo pesquisa da CNI/Ibope. Mouco foi contratado em agosto como direto de conteúdo da agência de comunicação Isobar, para cuidar da estratégia digital do governo.

     

    Redistribuição e ministérios


    O Palácio do Planalto decidiu redistribuir os ministérios sob comando do PSDB em março de 2018. A troca será feita às vésperas do limite do prazo para que candidatos sejam desincompatibilizados de cargos públicos. A avaliação do governo é que qualquer mudança poderia colocar em risco apoio do PSDB a matérias importantes para o governo. De acordo com a coluna Painel, da Folha, Temer afirmou que o pleito de 2018 deve entrar nas contas do governo, em se tratando das benesses aos aliados, já que o financiamento privado está proibido.

     

    Projeto vetado


    O presidente Michel Temer vetou na quinta-feira (26), o polêmico projeto que autorizava o uso de armas de fogo por agentes de trânsito. A informação foi dada pela Secretaria de Comunicação Social. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional em setembro e vetada, segundo a assessoria de Temer, por orientação do Ministério da Justiça. Pelo texto do Congresso, agentes de trânsito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios poderiam usar as armas mediante comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica para utilizar a arma. 



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