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População detém suspeito de roubar menor no Centro de São Carlos, SP
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  • 04/11/2017


    Sobe - A vigilante imprensa brasileira que aplicou um corretivo na ministra Luislinda.


    Desce - A ministra Luislinda Valois que mesmo sabendo do limite de salários dos servidores públicos pediu uma dobradinha.

     

    Orçamento


    O Poder Executivo Municipal enviou à Câmara a LOA - Lei de Orçamento Anual - que prevê o duodécimo da Câmara de Feira para R$ 28 milhões. No ano passado para este ano de 2017, o projetado teve igual valor, só que a estimativa é que desse valor, pouco mais de R$ 26 milhões serão executados. A Câmara deve torcer para que no ano seguinte chege mais próximo dos R$ 28 milhões para poder atender as despesas normais e mais a nova com o funcionamento da TV aberta da Casa, canal 34.1.


    Geddel


    O ex-ministro de Temer, Geddel Vieira Lima, orientou seu advogado a requesitar nome e endereço de quem fez a denúncia. Alguém poderia dizer qual é o interesse de Geddel saber o nome e onde mora o cidadão que prestou este relevante serviço à Nação? Uma coisa é certa, é temarária essa informação. Deve ser guardada com todo o sigilo possível. Se houvesse a denúncia e não tivessem encontrado o dinheiro, aí sim, o denunciante merecia um corretivo, mas da Justiça.

     

    Vai dissolver diretórios


    O DEM conseguiu apagar o último foco de incêndio que poderia impedir os planos da sigla de atrair nove deputados federais dissidentes do PSB. De acordo com informações da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, os democratas eliminaram a resistência que havia no diretório do Mato Grosso à entrada dos socialistas. Com isso, para atrair os insatisfeitos no PSB, a agremiação vai dissolver os diretórios nacional, estaduais e municipais. O objetivo é alocar os novos parlamentares em postos estratégicos. 

     

    Atraindo investimentos


    O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Angelo Coronel (PSD), tem conhecido a indústria de eletro-eletrônicos, lâmpadas de LED, placas fotovoltaicas e veículos especiais durante sua visita à China. Acompanhado de sua esposa, Eleusa Coronel, a convite de empresários brasileiros, Coronel quer atrair investimentos do setor para a Bahia. "Eu acalento o sonho de ver o estado da Bahia com mais indústrias e empresas de serviços para gerar mais empregos para a população. Só seremos um estado desenvolvido quando reduzirmos de fato a nossa dependência e, consequentemente, a nossa pobreza", observou o deputado.

     

    Sem mágoas


    Ex-ministro do Trabalho e da Previdência, Luiz Marinho acredita que o Partido dos Trabalhadores precisa rever, a partir das eleições de 2018, a proibição de alianças com os partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff. Marinho, que é também ex-prefeito de São Bernardo do Campo e um dos petistas mais próximos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defende que isso vai servir para garantir o apoio da população. "Nós temos que recuperar bases. A maioria do povo também apoiou o impeachment e nós queremos recuperar a maioria do povo. Não vejo a necessidade de um grande arco de alianças para a candidatura do Lula. Vamos precisar de uma grande aliança para governar, no Congresso", disse.

     

    Investigações congeladas


    A investigação sobre os desvios praticados pela Engevix na Petrobras foi congelada pelo Ministério da Transparência por dois anos, com a justificativa de que a empresa propôs um acordo de leniência (um acordo de colaboração destinado a pessoas jurídicas). Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, documentos do Tribunal de Contas da União (TCU) apontam que as apurações sobre os crimes cometidos pela construtora ficaram paradas, que a empresa não revelou crimes, não deu indícios para a descoberta de novos crimes e as negociações fracassaram.

     

    Presidenciável


    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, indicou pela segunda vez nesta semana que avalia ser candidato à sucessão presidencial no ano que vem. Em entrevista à revista Veja, o ministro, ao ser questionado se tinha consciência de que é um presidenciável, respondeu positivamente. "Sim, sou presidenciável", disse Meirelles, conforme publicado no site da revista nesta quinta-feira (2). "As pessoas falam comigo, me procuram, mas ninguém me cobra uma definição. No mundo político, por exemplo, dizem o seguinte: o senhor tem o meu apoio, estou torcendo para isso. Tenho por característica pessoal ser bem pé no chão. Dificilmente vou fazer alguma coisa baseado no entusiasmo", afirmou o ministro à revista.

     

    Negociação não avançou


    A negociação pelo acordo de delação premiada do ex-ministro Antonio Palocci não vem apresentando avanços. De acordo com informações do jornal O Globo, fontes que participam das conversas apontam que o caso só deve voltar à pauta em 2018. A equipe da nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ainda não analisou a proposta de Palocci. Ela está no cargo há pouco mais de 40 dias e também não conseguiu avanços em relação a uma delação premiada do ex-deputado Eduardo Cunha, que já teve propostas de colaboração recusadas tanto por Dodge quanto por seu antecessor no cargo, Rodrigo Janot.

     

    Julgamento agendado


    O julgamento do recurso apresentado por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) contra a sentença de 15 anos de prisão imposta pelo juiz Sérgio Moro foi agendado para o próximo dia 21. Como o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que as penas sejam executadas após condenação em segunda instância, se os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) rejeitarem o pedido do ex-presidente da Câmara, ele vai começar a cumprir a pena proferida em março. De acordo com a publicação, a esperança de Cunha é de que o STF julgue um habeas corpus impetrado por sua defesa antes da decisão do TRF-4. 



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