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  • 24/11/2017


    Sobe - Prefeitura de Feira por construir shopping popular apenas para brasileiros e/ou naturalizados.


    Desce - Pai que foi preso sob acusação de abusar sexualmente da própria filha, em Feira de Santana.

     

    É honesto


    O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, defendeu o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho (PR-RJ) após sua prisão na quarta-feira (22). Ele e sua esposa, a ex-governadora Rosinha Garotinho, foram presos pela Polícia Federal. "Ele pode ter feito alguma bobagem na campanha. Mas, garanto que ele e a Rosinha são muito honestos e estão sendo injustiçados", afirmou ele, à Folha. Segundo Crivella, Garotinho "é pobre", "um cara que não tem nenhum tostão". "Duvido que ele e a Rosinha tenham saqueado o Estado. Crime é superfaturamento. O resto é injúria, calúnia e difamação", acrescentou.


    Aconselhado a se demitir


    O presidente Michel Temer disse ao ainda ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, que não o demitiria pela imprensa. Na quarta-feira (22), o perfil do Palácio do Planalto no Twitter anunciou que o tucano havia sido substituído na pasta pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS). Temer negou a troca e, segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, disse a Imbassahy que ficou ultrajado com o vazamento do convite. O ministro chegou abatido ao Planalto para falar com o presidente, após ventilarem que seria substituído, e encerrou o dia dizendo que havia sido alvo de um ataque especulativo do PMDB da Câmara para forçar sua demissão. Aliados de Imbassahy o aconselharam a pedir demissão do cargo até a próxima semana.


    Lidera sem Lula


    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) segue liderando as pesquisas intenções de voto para presidente em 2018, em cenários sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Um levantamento divulgado pelo site Poder360 na quinta-feira (23), aponta que o parlamentar tem uma queda ao longo dos últimos meses. Em agosto ele registrava 27% das intenções de voto. Em novembro o índice caiu para 22%. Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede) aparecem empatados na segunda colocação, com 12%, no cenário que possui Geraldo Alckmin (PSDB) como candidato. Quando ele é substituído por João Dória (PSDB), Ciro e Marina sobem para 14%. Nos cenários com a presença de Lula, no entanto, o petista segue liderando.


    Devolvia parte do salário


    Ex-assesor de Geddel e Lúcio Vieira Lima, Job Ribeiro Brandão promete entregar à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República (PGR) provas de que ele devolvia parte do seu salário na Câmara para os políticos. Segundo informações da Folha de S. Paulo, ele encontrou registros de transferências bancárias que em nome de parentes de Geddel e Lúcio nos últimos cinco anos. O advogado de Job, Marcelo Ferreira, confirmou a intenção de entregar os documentos. Ele relata que havia um padrão de saques nas horas seguintes do depósito do salário a cada mês. Em depoimento à Polícia Federal, o ex-assessor declarou que ficava com cerca de R$ 2.500 por mês do seu salário na Câmara e devolvia cerca de R$ 9.000 à família de Geddel e Lúcio.


    Reforma para diminuir desigualdades


    O recém-empossado ministro das Cidades, Alexandre Baldy (sem partido-GO), declarou na quarta-feira (22), que a agenda de reformas do governo de Michel Temer ajudará a promover a redução da desigualdade social no país. "Nós, verdadeiramente, retiramos o Brasil do vermelho. Com a retomada do emprego e mais renda, com preços em queda, as famílias já vivem melhor", disse Baldy. O pronunciamento foi feito em cerimônia de posse no Palácio do Planalto, com as presenças do próprio presidente Temer, do ex-ministro das Cidades Bruno Araújo (PSDB-PE) e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.


    Pedido rejeitado


    A Câmara Municipal de São Paulo deve seguir a recomendação do prefeito da cidade, João Doria (PSDB), e rejeitar, na quinta-feira (23), o projeto de vereador do PT que batiza com o nome da esposa de Lula, a ex-primeira-dama Marisa Letícia, uma Rua da Chácara Santo Antônio, na zona sul da cidade. De acordo com a Folha de S. Paulo, a base de apoio de Doria decidiu, na quarta (22), fechar questão pela derrubada da proposta. O projeto, de autoria original do vereador Paulo Batista Reis (PT), foi aprovado em primeiro turno. Mas, como o prefeito rejeita a ideia, sua votação em segundo turno foi derrubada pelo vice-presidente da Câmara, o tucano Eduardo Tuma. 



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