Em cima da hora:
Queda de energia em Brotas deixa serviço da Defesa Civil fora do ar
-
  • Facebook
  • Twitter
  • Orkut
  • Feeds
  • 22/12/2017


    Sobe - A biblioteca pública inaugurada no Jardim Acácia por se consolidar como espaço de fomento a leitura.

     

    Desce - Governo e deputados estaduais com a enganação da redução dos valores de pátio e guincho.


    SMT


    Senti a falta dos prepostos da SMT neste movimentado mês de dezembro nos locais mais movimentados da cidade. Tenho reclamado continuadamente, nas páginas do jornal e no programa Primeira Página da Rádio Povo da falta de ações para educação no trânsito em Feira de Santana. A última reclamação não é querer publicidade no jornal ou rádio, as emissoras de rádio têm contrato permanente com a prefeitura e basta disponibilizar uma parte deste tempo para a educação no trânsito, idem para jornais e sites, só falta decisão.


    Lição


    Para atender a demanda quadriplicada de transeuntes e veículos no centro comercial de Feira de Santana, seria de bom auvitre não conceder férias e licenças durante o mês de dezembro e a segunda quinzena de junho, proximidades das festas juninas, com maior contingente, seriam atendidas várias artérias da cidade. O que custa colocar agentes nas transversais Senhor dos Passos com Getúlio Vargas? Getúlio Vargas com Visconde do Rio Branco e Avenida Rio de Janeiro com as proximidades do Feiraguay, além de Praça da Bandeira com Conselheiro Franco? Os locais poderiam ser denominados de bagunça no trânsito. Pedestre, como não tem educação, não sabe que sinaleira tem preferência sobre faixa de pedestre e motorista porque está na razão, pode até atropelar um deles.


    Lição I


    O motorista de Feira ainda está no tempo de uma cidade atrasada. Quando abre uma sinaleira, ele vai pensar a hora que vai engatar a primeira marcha, essa leseira atrasa todos os veículos que vêm atrás, perdemos metade do tempo disponível com esta moleza. Se colocar um guardinha, eles usam aquele apito, pi pi pi, de silvo longo para adiantar a saída dos moles, o trânsito de Feira seria uma beleza, é uma pena que os guardas não queiram usar apito, achando eles que vamos confudi-los com índios, que segundo os descobridores do Brasil, gostam de apito.


    Lição II


    Se qualquer obtuso frequentar os horários de pico na confluência das ruas perto da Casa de Saúde Santana, JJ Seabra com Getúlio Vargas e no fundo da Igreja Matriz, além das sinaleiras centrais da Senhor dos Passos e Conselheiro Franco, saberia que a presença destes apitadores nos locais adiantaria o trânsito. Se eu estiver errado, superintendente e secretário de trânsito, podem escrever para esta coluna para me reclamar, porque na minha concepção, os errados são eles e o prefeito deveria chamá-los a atenção, pois até o tempo dele é perdido nas sinaleiras e eu motorista e pedestre fico puto da vida com eles, os responsáveis.


    Lição III

     

    Os fiscais de trânsito podem inibir uma prática miserável de vários motoristas que tentando passar durante o sinal amarelo, terminam fechando o fluxo dos veículos da outra via, isso é falta grave, e os agentes estando nas sinaleiras, podem multá-los severamente. De vez em quando é bom educar o sujeito sentindo o peso do bolso.


    O jegue


    A proposta enviada para Assembleia pelo Governo Estado e aprovado pelos deputados estaduais lembra o marido que ouvindo reclamações constantes da esposa de que a casa estava muito pequena e que ela andava roxa por atropelar os móveis dos quartos e da sala, ele procurou achar a solução mais cômoda e menos onerosa. Ao invés de comprar outra casa maior, comprou um jegue. Com o argumento de que ganhou o jegue, mas não tinha um pasto para alimentá-lo, o colocou na sala. A mulher brigou durante 30 dias, no final do mês ele levou o jegue embora, a casa ficou enorme, a mulher não reclamou mais.


    O jegue e o falo


    É o caso da proposta para reduzir os preços de pátio e guinchos para motos e automóveis. O governo fez uma pequena diminuição, os deputados fizeram uma emenda diminuindo um pouquinho. Um veículo que o guincho está sendo cobrado a R$ 306, diminuiu para R$ 250, só que este volume é enorme porque é em todo o estado. Se um cidadão no mesmo percurso contratar isoladamente um guincho para o seu veículo, paga em média R$ 80, o pátio no shopping da cidade, local mais caro da área comercial, cobra por uma diária R$ 15, o povo do Estado está cobrando em um pátio que fica num terreno baldio, R$ 25, diminuíram um pouquinho o pátio para motos, para veículos o mesmo absurdo R$ 49,50. Com essa diferença de preço, não pode se aplicar o caso do jegue para resolver espaço? Pois bem, neste caso, não é só o jegue, é o jegue e o falo.



Os comentários e textos não representam a opinião do portal; a responsabilidade pelo blog é do autor da mensagem.
Folha do Estado da Bahia
Desenvolvido por Tacitus Tecnologia