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Fechamento de autoescola vira caso de polícia em Presidente Prudente
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  • 27/12/2017


    Sobe - O juiz Glaucenir Oliveira (da cidade de Campos - RJ) pela coragem de afrontar o ministro Gilmar Mendes sobre a soltura de Garotinho

     

    Desce - A queda no número de matrículas nos níveis fundamental e médio nas escolas públicas por permitir inferir que a evasão escolar está aumentando

     

    Brasileiros pretendem anular voto


    Votar para deputado federal não parece estar entre as prioridades dos brasileiros. Levantamento divulgado na terça-feira (26) pelo Instituto Paraná Pesquisas aponta que 41,7% dos brasileiros pretende anular o voto ao invés de escolher um integrante da Câmara dos Deputados. O número é alto, porém inferior ao de pessoas que pretendem depositar o voto para algum candidato a parlamentar nas eleições de 2018: 47,3% dos entrevistados afirmou que pretende votar. Completam o cenário 11%, que não souberam responder ou não opinaram. O percentual de desiludidos com a política é maior entre os jovens entre 16 e 24 anos. Para 45,6% desse segmento, anular o voto é o caminho provável nas urnas no próximo ano. Já na faixa etária entre 25 e 34 anos está o maior otimismo em relação ao voto: 51,4% pretendem votar para deputado federal. O levantamento ouviu 2.020 eleitores entre os dias 18 e 24 de dezembro em 164 municípios e possui margem de erro de 2%.

     

    Pedido negado


    O juiz Bruno Aielo Macacari, da Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, negou na terça-feira (26) o pedido do deputado Paulo Maluf (PP-SP) para que um perito contratado pela defesa fizesse a avaliação médica do parlamentar. Maluf está preso em Brasília, no Complexo Penitenciário da Papuda, desde a semana passada, quando foi transferido de São Paulo para a capital pela Polícia Federal. A defesa alega que ele sofre de problemas de saúde e tem pedido para a prisão ser convertida em domiciliar.

     

    Dívidas renegociadas


    A Bahia e outros 12 estados tiveram suas dívidas renegociadas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com valor de R$ 1,6 bilhão, o estado tem a segunda maior dívida com o banco, ficando atrás apenas de São Paulo, que tem o débito de R$ 1,7 bilhão. O total do valor de todas as unidades federativas envolvidas é de R$ 7,8 bilhões. A operação se baseou na Lei Complementar 156, de dezembro de 2016, que define o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal, incluindo as dívidas dos entes federativos com o BNDES. A renegociação foi concluída na última sexta-feira (22).

     

    Nova invasão


    Neste final de semana um grupo de índios liderados pelo cacique Capilé invadiram a fazenda do ex-ministro Geddel Vieira Lima, na região do rio pardo, em Potiraguá. Para garantir a ordem, uma equipe da Cipe chegou na cidade na terça-feira (26). O clima é de tensão na cidade, pois em setembro esse mesmo grupo invadiu várias fazendas na região. De acordo com o site 'Políticos do sul da Bahia', o coordenador da policia civil na região, delegado Roberto Junior, declarou que vai realizar o inquérito.

     

    Caixa 3


    Em relatório de um dos inquéritos que investigam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a Polícia Federal apontou indícios de que suas campanhas receberam dinheiro de empresas a mando da Odebrecht, prática chamada pelos investigadores de "caixa três". Desde que vieram a público as delações de donos e executivos da empreiteira, em abril, apontava-se a Cervejaria Petrópolis, que fabrica a Itaipava, como a principal parceira da Odebrecht no caixa três. Segundo a Odebrecht, a cervejaria doou nas eleições de 2008, 2010, 2012 e 2014 cerca de R$ 120 milhões a diversos políticos a pedido da empreiteira.

     

    Candidatura de transexuais


    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai discutir no início de 2018 o registro de candidaturas de transexuais. A pedido da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a Corte Eleitoral deve definir, por exemplo, se um homem transexual que disputar a próxima campanha pode ser incluído pelos partidos na cota feminina. De acordo com a Coluna do Estadão, a Lei das Eleições prevê que cada legenda ou coligação deverá preencher no mínimo 30% para candidaturas de cada sexo, mas a senadora alega que o termo "sexo" é questionável nesse caso, pois não alcança a identidade de gênero. Conforme a publicação, a maioria dos partidos enfrenta problemas para cumprir a cota feminina.



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