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Enchente atinge bananais em três cidades do Vale do Ribeira, SP
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  • 05/01/2018


    Sobe - Volume de venda de veículos novos por ter subido 9% no Brasil em 2017


    Desce - A nova ministra do Trabalho por ter sido condenada a pagar R$ 60 mil por dívida trabalhista


    Redistribuição de inquérito


    Depois de o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar, em dezembro, novo inquérito para investigar o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), por crime de peculato, foi definido na terça-feira (2) que o relator do caso será o ministro Alexandre de Moraes. Também são investigados nesse inquérito o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB), o diretor legislativo da Câmara Afrísio Vieira Lima Filho, e a mãe deles, Marluce Vieira Lima. O pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) por um novo inquérito - além do que já investiga o caso do “bunker” com R$ 51 milhões apreendidos em Salvador - surgiu após o ex-assessor parlamentar Job Brandão entregar ao STF, em novembro, cópias dos extratos de sua conta bancária que, segundo ele, confirmam a devolução de cerca de 80% do seu salário para a família Vieira Lima.


    Plano A do PSD


    O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, presidente licenciado do PSD, declarou em entrevista publicada nesta quinta-feira (4) que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é o “plano A” da legenda para a candidatura à Presidência da República. “Tenho me esforçado muito para que esse caminho seja o Meirelles. Mas pode ser o Meirelles, o presidente Temer, por que não? E pode ser o Alckmin”, sinalizou. Ele descartou no entanto que haja qualquer estremecimento entre o partido e o ministro - o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), colocou em questão se o PSD seguiria até o fim com Meirelles.


    “Sem Lula é fraude”


    A deputada estadual gaúcha Manuela DÁvila (PC do B) e o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) Guilherme Boulos, possíveis adversários do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa presidencial deste ano, assinaram um manifesto em defesa do direito do petista ser candidato a presidente em 2018. Intitulado “Eleição Sem Lula é Fraude”, o documento elaborado pelo ex-ministro das Relações Exteriores do governo Lula Celso Amorim foi traduzido para o inglês, espanhol, francês e árabe e havia recebido até esta quarta-feira, 3, o apoio de mais de 115 mil pessoas. Entre elas o cantor Chico Buarque de Holanda e o linguista e filósofo norte-americano Noam Chomsky.


    Deixará ministério para concorrer


    O ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou na quinta-feira (4) que deixará a pasta para disputar a eleição de outubro por uma vaga de deputado federal. Ele não especificou, no entanto, a data em que se desligará do governo. De acordo com a legislação, o ministro que deseja participar das eleições deve pedir exoneração até 7 de abril. Com esse objetivo, dois ministros já deixaram o governo nos últimos dias: Ronaldo Nogueira (PTB-RS), do Trabalho; e Marcos Pereira (PRB), da Indústria e Comércio Exterior. Ainda há a expectativa que outros ministros façam o mesmo.


    Rui prefere esperar


    O governador Rui Costa preferiu não entrar em detalhes ainda sobre as articulações da chapa para as eleições de outubro, quando deve se candidatar à reeleição. Durante entrega do terminal de ônibus na rodoviária de Salvador na quinta-feira (4), o petista disse que é preciso esperar o “tempo certo”. “É prematuro qualquer decisão. (...) As coisas podem mudar a depender do cenário que se coloque. Tem que ter paciência pra tomar definições no tempo certo, pra acertar. Espero que a gente consiga nesse início de ano fortalecer nossas ações, esperando que a gente possa receber do governo federal aqui que a Bahia tem de direito”, disse.


    Temer deve à Bahia


    O governador Rui Costa afirmou na quinta-feira (4) que o governo de Michel Temer deve R$ 102 milhões ao estado em razão de faturas não repassadas do metrô de Salvador. A declaração é uma resposta à reportagem do Bahia Notícias que aponta maior volume de recursos no orçamento federal para o modal na gestão Temer, em comparação ao governo de Dilma Rousseff. Segundo levantamento feito com dados do Portal da Transparência, no orçamento de 2016 aprovado pela petista havia R$ 441 milhões para “apoio e sistemas de transporte público coletivo urbano” na Bahia, quando no ano passado foram R$ 478 milhões.



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