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  • 06/01/2018


    Sobe - Feira de Livros usados em Feira de Santana por ser alternativa de economia aos pais de aluno


    Desce - Os fraudadores do Bolsa Família que praticam falsidade ideológica ao informarem renda


    O herói do sertão


    Lembrando as velhas novelas do rádio, nas quais um justiceiro nordestino tinha a denominação de “Jerônimo, o herói do sertão”, o evangélico e líder político, Tinga, utilizando as redes sociais, talvez representando, o que muitos queriam dizer, partiu para um embate virulento, antes provocado, com o deputado Targino Machado. Não se comentou tanto em Feira um episódio político como este. Tinga, o destemido, e Targino, o falou tá falado, se engalfinharam em um embate digno de literatura de cordel: “Deus e o diabo na terra do sol”. (vide redes sociais).


    Cena repetida


    Na fiscalização das obras da Lagoa Grande pela Conder na manhã da última quinta-feira (04) como de praxe em ações de Governo, lá estava presente o deputado Zé Neto. Novidade mesmo, foi a presença do pré-candidato a deputado estadual Robson Almeida. Isso é a senha para saber que Neto, candidato a Federal, fará dobradinha principal com um pré-candidato a estadual de Salvador.


    Combate ao Fake News


    Integrantes da Polícia Federal, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Ministério Público Federal (MPF) vão criar um grupo de trabalho para desenvolver formas de combate às chamadas notícias falsas (fake News, em inglês). O foco do trabalho será a discussão de medidas que possam ser adotadas nas eleições deste ano. De acordo com a Agência Brasil, a criação do grupo foi uma demanda do próximo presidente do TSE, Luiz Fux, atual ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O tema entrou nas discussões sobre as regras para o pleito de outubro. Contudo, não foi incluído na resolução aprovada no dia 18 de dezembro pelo TSE e ainda deve ser objeto de regras antes do início do processo eleitoral.


    Recuo seria um absurdo


    O ministro Carlos Marun (Secretaria de Governo) descartou a possibilidade de o governo recuar da nomeação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho. A deputada licenciada foi condenada em um processo trabalhista e já respondeu a duas ações por não assinar carteira de trabalho de dois motoristas. Ao Blog da Andréia Sadi, no G1, Marun disse que recuar seria “um completo absurdo”. “O governo está contente com o fato de ela ter aceitado o desafio, e acho que seria completo absurdo ela ficar inabilitada por responder por um processo trabalhista. (...) Seriam milhões de brasileiros que não poderiam assumir um cargo.


    Governadores solicitam segurança


    Sete governadores solicitaram ao governo federal mais recursos para a segurança pública. O pedido foi feito por meio de um manifesto, divulgado nesta quinta-feira (4), que reúne assinaturas de Marconi Perillo (Goisás), Rodrigo Rollemberg (Distrito Federal), Flávio Dino (Maranhão), Pedro Taques (Mato Grosso), Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul), Confúcio Moura (Rondônia) e Marcelo Miranda (Tocantins). O grupo foi nomeado de Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC). Os gestores reforçam as críticas já feitas pelo governador goiano, como falta de vigilância qualificada nas fronteiras do país para coibir crimes referentes ao tráfico de armas e drogas, bem como criação de novas unidades prisionais federais para receber os presos mais perigosos.


    Bolsonaro tenta filiação


    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) deve se encontrar nesta sexta-feira (5) com Luciano Bivar (PE), presidente do PSL, para tentar fechar a filiação ao partido. A informação é da coluna Painel, da Folha de S.Paulo. Bivar está disposto a abrir espaço na legenda para Bolsonaro se lançar candidato à Presidência, mas uma ala que tenta renovar o PSL não o quer no partido. Além do PSL, Bolsonaro está em negociação com o PR uma possível filiação.


    Prometeu retaliações


    O governo federal endureceu o discurso utilizado na estratégia para conseguir votos capazes de levar à aprovação da reforma da Previdência. A perspectiva agora é que o governo pode até não ter mais espaço a oferecer, mas tem muito o que tirar, de acordo com o Blog do Camarotti, no G1. Com isso, os aliados terão que entregar votos, se quiserem manter benefícios como indicação de nomes para cargos. A estratégia deve ser adotada individualmente, parlamentar por parlamentar.



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