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  • 19/01/2018


    Sobe - Equipe econômica do governo encabeçada por Henrique Meireles que quer nomes técnicos para diretoria de bancos públicos.


    Desce - Partidos políticos que, mesmo depois de tantas denúncias na Caixa, insistem em indicar cargos para a diretoria do banco público.


    Fila


    O deputado Fernando Torres já declarou que apoiará para deputado federal o seu correligionário partidário Otto Filho, atual presidente da Desenbahia. A fila anda com o apoio de dois vereadores feirenses, todos levados por Torres. O primeiro foi Zé Filé, que declarou apoio desde o primeiro momento. Semana passada foi a vez do vereador Bililiu, levado também pelo deputado feirense. A previsão do núcleo da campanha de Otto Filho é que em Feira de Santana o candidato ultrapasse os dez mil votos.


    Separados


    No âmbito à candidatura a deputado estadual os dois vereadores feirenses estão em caminhos diferentes, enquanto Zé Filé apoia Targino Machado a pedido de Fernando Torres, Bililiu se mantém inalterável em apoio ao deputado Carlos Geilson. No caso de Federal, assessores do vereador Bililiu, informam que ele tinha a intenção de apoiar o suplente de deputado Zé Chico, mas que este não tinha dado sinais claros de que será candidato e pretendia ter ao apoio do Edil do PPS.


    Transferido para prisão


    O juiz federal Sérgio Moro ordenou a transferência do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) para um presídio em Curitiba. A decisão atende a um pedido do Ministério Público Federal que apontou regalias ao emedebista no sistema prisional do Rio. “Defiro o requerido pelo MPF para determinar a transferência de Sergio de Oliveira Cabral Santos Filho para o sistema prisional do Estado do Paraná, especificamente para o Complexo Médico de Pinhais, na ala já ocupada por outros presos da Operação Lava Jato”, ordenou o juiz. Cabral está condenado a 87 anos de prisão na Lava Jato. Deste total, 14 anos e dois meses de reclusão por corrupção e lavagem de dinheiro foram impostos pelo juiz Moro.


    Honrado com preocupações


    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse na manhã da quinta-feira (18) que se sente “honrado” com as preocupações de possíveis concorrentes à Presidência da República - como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) - com a sua eventual candidatura. “Sobre preocupações de outras pessoas, acho muito normal, razoável e legítimo que pessoas - seja lá quem for - fiquem preocupadas com potenciais adversários no futuro”, disse Meirelles em entrevista à Rádio Metropolitana de Salvador, após ser questionado sobre Maia. Segundo o ministro, as preocupações em torno da sua eventual candidatura em 2018 começaram ainda um ano e meio atrás, quando assumiu o Ministério da Fazenda.


    Auxílio moradia em discussão


    O Supremo Tribunal Federal (STF) deve colocar em votação no mês de março a ação que pode acabar com o auxílio-moradia a juízes. De acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a informação foi confirmada pela presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, a dirigentes de associações de magistrados. O benefício é pago desde 2014 a todos os juízes, inclusive aos que possuem imóvel e residem na cidade onde atuam, graças a uma liminar do ministro Luiz Fux, também do STF. Apenas a Justiça do Trabalho estima consumir R$ 197,7 milhões com o pagamento de auxílio-moradia neste ano.


    Cunha no comando


    O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) afirmou na quarta-feira (17) que o ex-deputado Eduardo Cunha “não nomeou apenas os vices da Caixa, mas todo governo Temer”. “(Cunha) Sempre teve três metas: influir nas delações (premiadas) transferindo suas responsabilidades; aprovar o impeachment (da ex-presidente Dilma Rousseff) e governar”, escreveu Renan no Twitter. Desde o ano passado, Renan acusa o governo do presidente Michel Temer de ser “comandado” por Cunha, que está preso desde outubro de 2016. Em novembro, o senador criticou a indicação de Carlos Marun (PMDB-MS), um dos principais aliados de Cunha, para a Secretaria de Governo.


    Ainda não sabe cargo


    O ministro da Educação, Mendonça Filho, disse nesta quarta-feira (17) que vai deixar o governo do presidente Michel Temer para se candidatar nas eleições deste ano. Apesar do anúncio, ele declarou que ainda não sabe para qual cargo vai concorrer. “Eu tenho um prazo dentro da lei, que é 7 de abril, e trabalho com essa data. Não quer dizer que a gente esteja amarrado ao cargo, nunca estive, mas não tem nenhum planejamento de fixar uma data”, disse o ministro durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto. Segundo Mendonça, ele ainda vai conversar com o presidente Michel Temer sobre a questão. Questionado especificamente sobre qual cargo ele deve tentar, o ministro disse que vai.



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