Blog Ponto e Vírgula - 30/01/2018
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    Sobe - Feira de Santana pelo Hackathon que discutiu segurança pública no município.


    Desce - Os exageros ameaçadores de lideranças do MST no Brasil.


    Se defendeu


    Circula no Twitter um vídeo em que a deputada federal Cristiane Brasil se defende da impossibilidade de assumir o Ministério do Trabalho por ser alvo de duas ações trabalhistas. Aparentemente em uma lancha com quatro homens que se dizem empresários, a parlamentar argumenta que “todo mundo tem direito de pedir qualquer coisa na Justiça”, mas questionou com quem fica o direito. “Quem é que tem direito, ainda mais na Justiça do Trabalho? Eu juro pra vocês que não achava que tinha nada pra dever pra essas duas pessoas que entraram contra mim, e eu vou provar isso”, disse a deputada. Um dos homens que aparecem no vídeo chegou a complementar, dizendo que “ação trabalhista qualquer um pode ter” e toda hora eles têm.


    Defendeu no SBT


    A um mês do prazo previsto pelo governo para os deputados votarem a reforma da Previdência na Câmara, o presidente Michel Temer (MDB) defendeu a proposta e, em entrevista gravada ao apresentador Silvio Santos, no SBT, disse que a medida não afeta os mais pobres e só vai ter consequência para quem ganha salários maiores no País. “Esta (reforma da) Previdência não prejudica os pobres, os trabalhadores rurais estão excluídos (do projeto) e os deficientes físicos também”, disse Temer, em conversa gravada no último dia 18 e exibida na noite de domingo, 28. “Quem vai sofrer uma pequena consequência é quem ganha 13, 14, 15, 20 mil reais”, afirmou.


    Vai colocar as coisas no eixo


    A senadora Gleisi Hoffmann (RS), presidente nacional do PT, aposta no Supremo Tribunal Federal (STF) para “recolocar as coisas nos eixos” após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) na última quarta-feira (24). “Nós entendemos que a sentença do TRF-4 [Tribunal Regional Federal da 4ª Região] é eminentemente política. Não há provas [contra Lula]. Evidências não podem condenar ninguém. O STF vai recolocar as coisas nos eixos. Nós avaliamos que o tribunal não permitirá essa violência”, afirma a congressista em entrevista divulgada na segunda-feira (29) pelo jornal Folha de S. Paulo. Gleisi acredita que o processo “dá margem a todos os recursos possíveis e imagináveis”. “Ele tem problemas de conteúdo, de uma condenação sem prova e sem crime, e problemas formais que podem gerar nulidade”, argumenta.


    De marketeiro a deputado


    Após atuar como marqueteiro de campanhas políticas, das quais não participa há mais de 15 anos, o empresário Nizan Guanaes pretende concorrer nas eleições deste ano. Segundo informações do Blog de Cristiana Lôbo, do portal G1, o mais provável é que ele disputa uma vaga de deputado federal pelo PSDB. “Vamos tentar juntar 10, 15 ou 20 pessoas para começar a mudança”, afirma o publicitário, que aposta na modernização da atuação no Congresso com a inclusão de pautas contemporâneas, com “uma pegada tecnológica” e uma maneira nova de fazer política. Entre os entusiastas de sua candidatura estão o apresentador Luciano Huck ainda cogitado entre os possíveis postulantes à Presidência da República e o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB).


    Corte de gastos na Caixa


    A Caixa prepara para este início de ano um novo programa de demissão voluntária, depois de lançar mão de dois planos desse tipo em 2017. A redução de custos com pessoal faz parte de uma política de “choque de gestão” na Caixa, iniciada no ano passado e intensificada nas últimas semanas com o afastamento definitivo de três vice-presidentes por suspeita de irregularidades. Em 2017, o banco estatal recorreu duas vezes a PDVs para enxugar o quadro de funcionários, que hoje beira 88 mil servidores. No primeiro plano, encerrado em março, houve adesão de 4,6 mil colaboradores. Já o segundo, finalizado em agosto, teve 2,7 mil inscritos. Dados do balanço de setembro apontam para uma economia de R$ 500 milhões com os dois programas.


    Lei anticorrupção


    A Lei Anticorrupção completou quatro anos de vida na segunda-feira (29). Segundo levantamento feito pela Agência Brasil, o governo federal iniciou 183 processos contra empresas desde então, sendo 153 apenas em 2017. Os inquéritos já resultaram na aplicação de 30 penalidades. Em vigor desde 29 de janeiro de 2014, a Lei Anticorrupção propõe punir empresas que praticam, por meio de empregados ou representantes, atos ilícitos contra a administração pública nacional ou estrangeira. Os órgãos que mais utilizaram essa norma foram os ministérios da Fazenda, com processos 62, de Minas e Energia, com 42, e da Saúde, com 34. O Corregedor-Geral da União, Antônio Carlos Vasconcellos Nóbrega, admite que o número não é alto, mas ressalta que a lei só pode ser aplicada para atos ilícitos praticados depois de sua entrada em vigor. 



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