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Família em Barbacena tem casa furtada enquanto viajava
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  • 01/02/2018


    Sobe - O Hospital da Mulher, que completou 26 anos de bom atendimento a sociedade feirense.

     

    Desce - Complexo Policial Investigador Bandeira por não estar registrando queixas de vitimas há uma semana.

     

    Na parada

     

    Cotado como um dos possíveis substitutos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso o ex-presidente não consiga efetivar sua candidatura à eleição presidencial, Jaques Wagner (PT) conta com 2% das intenções de voto em todos os cenários simulados. Já o percentual de rejeição do atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia é de 15%. Os índices foram apresentados pelo DataFolha, que fez 2.826 entrevistas em 174 municípios brasileiros, nessa segunda (29) e terça-feira (30). O levantamento registrou também que Lula se mantém na liderança mesmo após a condenação em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Por outro lado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) assume o primeiro lugar nas pesquisas nos cenários em que o petista não é elencado como candidato.

     

    Avaliação

     

    O governo Michel Temer é considerado ruim ou péssimo por 70% da população brasileira, de acordo com pesquisa Datafolha realizada entre os dias 29 e 30 deste mês. O percentual se manteve estável, reduzindo apenas 1 ponto percentual em relação ao último levantamento, feito em novembro. A mudança está dentro da margem de erro. Apenas 6% dos brasileiros consideraram a administração como boa ou ótima - 1 ponto percentual a mais do que o registrado na última pesquisa.

     

    Aumento

     

    Entre os entrevistados, 22% classificaram a gestão como regular. A reprovação do presidente vinha aumentando desde o início do seu governo e chegou a seu ápice em setembro passado, quando bateu 73% (era 31% em julho de 2016). Em novembro, a rejeição diminuiu em dois pontos percentuais, dentro da margem de erro, portanto.

     

    Negou

     

    O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral teve negado um pedido para voltar ao Presídio José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro. A decisão foi do vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, que negou liminar impetrada pela defesa do ex-governador. No pedido, os advogados de Cabral alegaram que a volta dele para o Rio de Janeiro seria essencial para o exercício de seu direito de defesa. Os advogados também argumentaram que Cabral tem filhos menores de idade, e que eles teriam o direito de visita ao pai prejudicado com a permanência do ex-governador no Paraná. Além disso, segundo a defesa, o ex-governador não pode trabalhar no Complexo Médico-Penal de Pinhais, onde está preso.

     

    Justificativa

     

    O ministro Humberto Martins considerou que não há ilegalidade na decisão que determinou a transferência de Cabral para o Paraná. O magistrado também afirmou que manter o ex-governador no sistema prisional do Rio de Janeiro seria ineficaz, já que existem provas do controle exercido por ele nas unidades penais do estado. Martins ainda sustentou que esse tipo de pedido só pode ser analisado pelo STJ após a defesa esgotar todos os recursos nas instâncias inferiores. Cabral foi transferido no dia 18 de janeiro, após decisões da Justiça Federal no Rio de Janeiro e no Paraná. A medida atendeu a pedido do Ministério Público Federal, após denúncias de que Cabral receberia tratamento diferenciado e regalias no sistema prisional do Rio. O caso também motivou o afastamento da cúpula da Secretaria de Administração Penitenciária do estado.

     

    Investigação

     

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes (foto), enviará representação à Polícia Federal (PF) para que ela investigue quem o xingou em um voo no sábado (27), de acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo. O ministro foi chamado, entre outras coisas, de “cagão” e “bosta”. Ainda de acordo com a publicação, Gilmar pediu abertura de inquérito também para que a PF investigue um homem que lidera o grupo Tomataço e que ofereceu R$ 300 para quem acertasse um tomate no magistrado. As críticas ao ministro foram registradas em vídeos compartilhados em redes sociais.



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