Blog Ponto e Vírgula - 02/02/2018
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  • 02/02/2018


    Sobe - A mensagem do Governo levada a Câmara por Colbert Filho.


    Desce - A indelicadeza de Lulinha, que ao invés de saudar o prefeito, leu mensagem de Governo.


    “O esperto”


    Na sessão de abertura dos trabalhos legislativos da Câmara, ontem, que tinha como objetivo único, a leitura pelo prefeito em exercício, Colbert Filho, da mensagem do Governo para este ano, que sempre tem retrospectiva como base, ficou comprometido. O presidente da casa ao convidar o líder do Governo para fazer a saudação, exclusivamente, teve a surpresa, bem como todos os presentes à sessão, não a saudação, mas a um Lulinha revestido de uma condição de prefeito lendo como se fosse a mensagem a retrospectiva das ações do Governo no ano passado recheada com uma simulação de mensagem. Todos os presentes ficaram estupefatos com a falta de foco tendo como componente a descortesia.


    Afinados


    Ao fazer uso da palavra, com o discurso técnico esvaziado, pela apresentação de Lulinha elencando secretaria por secretaria, obra por obra, abandonou a papelada e fez uma leve e bem elaborada explanação política com uma mensagem que mostrou a afinidade com o titular, o prefeito José Ronaldo, mostrando preocupação com a violência que embora sendo uma obrigação dos governos estadual e federal, tem sido também uma preocupação da prefeitura de Feira com a prevenção, além dos elogios a Ronaldo, encerrando só utilizou a última folha do que estava escrito, a que saudava os presentes.


    Olho de águia


    O vereador Roberto Tourinho, decano da casa, e observando a performance inusitada do colega Lulinha, no fim do discurso do líder do Governo pediu a palavra solicitando ao presidente que registrasse em ata a “deselegância do colega vereador e líder do Governo, Lulinha”, quis o vereador Tourinho que o fato ficasse para posteridade para que o fato jamais voltasse a acontecer.


    Rifado


    Lulinha parece ter sentido o impacto da observação de Roberto Tourinho. Tanto é que a cada parágrafo da fala de Colbert, querendo possivelmente, se redimir, bateu palmas para quase todas, seguido pela plateia em apenas três dos quase dez. É que no primeiro, a plateia foi induzida, mas percebeu o jogo e só fez coro quando sentiram que havia necessidade. Alguns membros do governo discutindo com jornalistas avaliavam que Lulinha com a indelicadeza quebrou a confiança para, se Ronaldo pedir afastamento, continuar na liderança.


    Prestigiada


    A abertura da Câmara ontem, foi prestigiada por um grande número de presentes, dentre eles quase totalidade dos secretários, procurador do município, deputados Carlos Geilson e Fernando Torres, suplente Zé Chico, e diversos outros cargos de confiança do executivo municipal. A presença da imprensa foi significativa. Com isso Colbert também foi prestigiado.


    Planalto desiste

     

    O Palácio do Planalto não trabalha mais com a possibilidade de ter o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), como candidato à Presidência da República governista. Segundo informações do jornal O Globo, a desistência foi motivada pelos resultados de ambos na pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira (1º) os dois obtiveram 1%, pior do que as intenções de voto do ex-presidente Fernando Collor de Mello, que conseguiu 3%, mesmo com rejeição de 44% do eleitorado. A candidatura de Meirelles era a aposta do presidente Michel Temer até meados do segundo semestre do ano passado, mas o entusiasmo esfriou após as viagens e entrevistas feitas pelo ministro.


    Cobrou respeito


    Durante evento de abertura do ano para o Judiciário, na manhã da quinta-feira (1º), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, cobrou respeito às decisões do setor. A magistrada discursou em defesa da Constituição e das leis do país, segundo informações da Agência Brasil. “Pode-se ser favorável ou desfavorável à decisão judicial pela qual se aplica o direito, pode-se buscar reformar a decisão judicial pelos meios legais e nos juízos competentes. O que é inadmissível e inaceitável é desacatar a Justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual, fora do direito, não é justiça senão vingança ou ato de força pessoal”, afirmou Cármen Lúcia. 



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