PMFS Arraia
Em cima da hora:
Projeto contra corrupção do MPF já coletou mais 31 mil assinaturas na PB
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  • 06/02/2018


    Sobe - O MP-BA que abre concurso para promotor com o bom salário de R$ 23 mil, inicial, próximo do que ganha um deputado.


    Desce - ONG que pediu e Justiça que concedeu o impedimento para que 27 mil bois pagos e embarcados não sigam para a Turquia.


    Declarou apoio à Geilson


    Edvaldo Lima (PP) declarou apoio à pré-candidatura do deputado estadual Carlos Geilson (PSDB). “Durante o recesso, mantive uma longa conversa com o deputado Carlos Geilson. Ele será o meu candidato nas eleições de 2018, terá o apoio e iremos marchar juntos por sua reeleição para o bem do município de Feira de Santana. Terei o prazer em ajudá-lo a se manter na Assembleia Legislativa”, anunciou. Os vereadores João Bililiu (PPS), Marcos Lima (PRP), José Carneiro Rocha (PSDB) e Luiz da Feira (PPL), já tinham declarado apoio ao nome de Carlos Geilson para candidato a deputado estadual.


    Mais apoios


    O deputado Carlos Geilson é de longe o candidato a deputado estadual com o maior número de apoios. Além dos citados acima, marcham com o deputado a veradora Neinha e os seus colegas veradores Fabiano da Van, Pablo Roberto e Justiano França, os dois últimos que assumem temporariamente secretarias do Governo. Criticou morosidade em obras João Bililiu (PPS) criticou a morosidade na conclusão das obras de esgotamento sanitário nos bairros localizados no entorna da Lagoa Grande. O edil pediu ao presidente do Legislativo feirense, José Carneiro Rocha (PSDB), a formação de uma comissão para cobrar à Conder a conclusão dos serviços. “A população do bairro Caseb está sofrendo com o esgoto correndo a céu aberto. Peço ao presidente desta Casa que convoque uma comissão para ir até a Conder cobrar soluções e saber quando serão concluídos aqueles trabalhos no entorno da Lagoa Grande”, reivindicou.


    Cobrou realização de cirurgias


    Tom (PEN) questionou a destinação da verba para realização de cirurgias ortopédicas pelo SUS em Feira. “Trago aqui um assunto que é motivo de tristeza: cirurgia ortopédica. Esta semana me deparei com várias solicitações e apelos de pessoas que estão sofrendo em busca da realização de cirurgia de dedo, braço, perna e quando chegamos às clínicas e hospitais credenciados ao SUS recebemos a informação de que os procedimentos só podem ser realizados se forem particulares. Quero saber para onde está indo o dinheiro que deveria ser destinado a este setor”, questionou.


    Criticou tarifas de ônibus


    Tourinho (PV) criticou o reajuste da tarifa cobrada no transporte coletivo urbano em Feira de Santana e comparou com valores cobrados em capitais do norte e nordeste. “Desde meu 1º mandato sempre fui um crítico do transporte da cidade. Penso que Feira de Santana possui uma tarifa cara por um serviço de péssima qualidade prestado em Feira de Santana. Há dois anos, quando foi feita a última licitação do sistema de transporte, criou-se a esperança de que se melhorasse o sistema de transporte; anunciou ônibus novos, porque a cidade não suportava mais carros pegando fogo e quebrando. Chegaram as empresas Rosa e São João, que trouxeram ônibus novos, mas pouco tempo depois já se observava as novas empresas com práticas do passado”, relatou Tourinho.


    Saúde pública em baixa


    Neinha Bastos (PTB) voltou a criticar a realidade da saúde pública no município de Feira de Santana. A edil cobrou ao governador do Estado, Rui Costa, o cumprimento da promessa de construir um novo hospital regional no município. “A vida do povo de Feira de Santana não está valendo nada para o governo do Estado. Feira necessita de um novo hospital. A situação da saúde pública está sufocando Feira de Santana, que verdadeiramente precisa de um novo hospital para atender a demanda de pacientes. As policlínicas não têm condições de prestar a assistência devida às pessoas que dão entrada com problemas mais graves”, afirmou.


    Reforma não é suficiente


    Cadimiel afirmou que a reforma promovida pelo Governo do Estado na emergência do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) não é suficiente para atender a demanda de pacientes de Feira de Santana e demais município da região que buscam atendimento na unidade. “O Hospital Clériston Andrade atende 127 municípios do Estado da Bahia e mesmo com esta reforma com a ampliação do número de leitos a unidade não será suficiente para prestar atendimento a essa demanda de pacientes vítimas de acidentes, traumas, tiros, facadas, fraturas expostas, dentre outros casos”, analisou. 



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