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Enchente atinge bananais em três cidades do Vale do Ribeira, SP
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  • 17/02/2018


    Sobe - A imprensa feirense, que vai conseguir contratação de artistas pelo Governo do Estado para a Micareta de Feira.


    Desce - Governo do Rio, que foi engolido pela bandidagem perdendo o controle do Estado para a União.


    “Gesto de dinheiro”


    O empresário Joesley Batista, sócio do grupo J&F, afirmou na quinta-feira (15), em depoimento à Polícia Federal, que fez gesto de “dinheiro” com os dedos durante o encontro com o presidente Michel Temer, em março do ano passado, no Palácio do Jaburu. De acordo com a TV Globo, Joesley relatou que fez o gesto ao perguntar a Temer se podia tratar de todos os assuntos com o ex-deputado e ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures. Joesley disse que a pergunta foi feita de forma “enfática” durante o encontro: “Possom tratar todos os assuntos com Rocha Loures?”. Na sequência, conforme aponta o depoimento, “demonstrou gestualmente ao presidente uma sinalização de dinheiro com os dedos; que o presidente Michel Temer, também enfaticamente, respondeu dizendo que poderia tratar de tudo com Rocha Loures e que ‘Loures é da minha mais estrita confiança’”.


    Lula recorre


    A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu da decisão judicial que negou a indenização pela apresentação em PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol. Lula pede R$ 1 milhão sob a justificativa de “ninguém pode ser acusado daquela forma, por meio de uma coletiva repleta de adjetivações”, segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo. Realizada em setembro de 2016, a apresentação gerou “memes” e piadas na internet.


    Ministro baiano


    O ex-deputado federal Edson Duarte (PV-BA) pode assumir o Ministério do Meio Ambiente, por indicação do atual ministro, José Sarney Filho, de acordo com a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo. No momento, Duarte é secretário de articulação institucional da pasta. A ideia é que ele se torne o titular do MMA em abril, quando Sarney Filho sairá para se candidatar a uma vaga no Senado. O juazeirense já havia ocupado o cargo interinamente em outubro de 2016. Apesar de a indicação ser bem aceita entre os ruralistas, o setor do agronegócio, no entanto, quer o chefe da Embrapa, Maurício Lopes.


    PP não vai impor apoio


    O líder do PP na Câmara, deputado federal Arthur Lira, negou que tenha conversado com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), sobre articular com o diretório nacional do partido uma migração da sigla para o grupo do democrata. E, em entrevista ao Bahia Notícias, o alagoano assegurou que, nacionalmente, a legenda não vai ter nenhuma interferência no diretório estadual. Com isso, o partido poderá escolher com quem vai marchar nas próximas eleições na Bahia. Na mesma linha, foi o também deputado federal e filho do vice-governador João Leão, Cacá Leão (PP-BA).


    Duas chapas proporcionais


    A base do prefeito ACM Neto pode sair com duas chapas proporcionais - para deputado estadual e federal - na eleição deste ano. A medida pode separar as legendas mais graúdas, como DEM, PSDB e PMDB, das demais, com menos representantes nas casas legislativas. O vereador Joceval Rodrigues (PPS), pré-candidato a deputado federal, apontou que as conversas devem evoluir depois da janela partidária, já que diversos políticos podem mudar de sigla ao longo do mês de março, mas o cenário de divisão está sendo avaliado. “O que eu sei é que deve haver uma chapa com vários partidos maiores e vários partidos medianos. Isso vai se configurar? Vai ter um chapão geral? Tudo isso acho que a partir de agora, agora que passou o Carnaval, vai começar a se discutir”, apontou o vereador em entrevista ao Bahia Notícias na quinta-feira (15).


    Defesa pede validade de delação


    A defesa do executivo da JBS Joesley Batista defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a legalidade do acordo de colaboração premiada fechado com o Ministério Público Federal (MPF) em maio do ano passado. Joesley responde aos pedidos da Procuradoria-Geral da República (PGR), sob gestão de Raquel Dodge, que quer a rescisão do acordo. Para a procuradora-geral, Joesley e Ricardo Saud omitiram fatos e descumpriram cláusulas do acerto com o MPF. “Não é hora para arrependimentos. O pedido de rescisão não passa disso. Não há razão alguma para a ruptura!”, afirma o advogado André Luís Callegari, na manifestação de Joesley enviada ao ministro Edson Fachin na quarta-feira (14). 



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