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  • 06/04/2018


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    "Jamais sai derrotado"

     

    O ex-governador da Bahia e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), Jaques Wagner (PT), reafirmou, na quinta-feira (5), apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve um habeas corpus negado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pode ser preso a qualquer momento. "Quem sempre esteve do lado da democracia e da igualdade jamais sai derrotado. Se a Justiça não soube, a História saberá ser justa com você. Estamos juntos, Lula. Força e cabeça erguida porque a luta continua!", afirmou Wagner, em sua conta no Twitter.

     

    Não tocou no assunto

     

    O deputado federal Lúcio Vieira Lima negou, na quinta-feira (5), que o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), tenha pedido que ele deixe o MDB, no encontro que aconteceu na quarta-feira (4). Segundo aliados do democrata, Neto teria condicionado sua candidatura à saída do parlamentar do partido. "Não tocou no assunto. Nada, nada, nada. Tenho que fazer justiça. O prefeito nunca tocou no assunto de Lúcio sair do MDB. Inclusive, ele me disse na primeira reunião uma frase histórica e importante: 'não pensei, não falei e nunca dei procuração para falar por mim [sobre o deputado sair do MDB]', afirmou Lúcio, em entrevista ao bahia.ba.

     

    Dilma concordou com pressão

     

    A ex-presidente Dilma Rousseff manteve a linha da nota publicada pelo PT na madrugada da quinta-feira (5), após a decisão contrária do Supremo Tribunal Federal (STF) à aceitação do habeas corpus do ex-presidente Lula, e atribuiu a decisão da Corte à pressão da Rede Globo. Em sua conta no Twitter, a petista pediu "que todos tenham responsabilidade e respeitem a Constituição e a presunção de inocência".

     

    Equívoco

     

    Presidente do Democratas na Bahia, o deputado federal José Carlos Aleluia defendeu, na manhã da quinta-feira (5), a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de não conceder o habeas corpus ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que o Partido dos Trabalhadores cometerá um "grande equívoco" se politizar a prisão do petista. "A minha avaliação é que foi julgamento técnico que mostrou que o Supremo brasileiro é transparente. O mais transparente do mundo. No campo jurídico, mostrou que o tribunal está divido sobre a tese da prisão em segunda instância. No campo do político, a repercussão maior já tinha ocorrido na condenação na segunda instância quando ele se tornou tecnicamente inelegível", afirmou o democrata, em entrevista ao bahia.ba.

     

    Quebou o jejum

     

    Sem votar nada desde o início do ano e com a pauta trancada pelos cinco vetos do governador Rui Costa (PT) a projetos aprovados no ano passado pelos deputados estaduais, a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) quebrou o jejum e conseguiu apreciar um dos embargos na sessão da quarta-feira (4). Um veto parcial ao projeto do petista Bira Coroa, que incluiria no calendário oficial do Estado os festejos de Nossa Senhora de Candeias, foi mantido pela casa. A sessão foi suspensa pelo presidente da Casa, deputado Angelo Coronel (PSD), após o pedido de vistas por parte da oposição ao segundo veto do Executivo, e as votações só serão retomadas na próxima terça-feira (10).

     

    Não foi esquecida pela PF

     

    Ex-ministro do presidente Michel Temer (MDB), o deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB) deu uma alfinetada na ex-presidente Dilma Rousseff (PT). "Dilma foi merecidamente esquecida pelo povo brasileiro, mas não pela Polícia Federal", disse sobre a responsabilização da ex-presidente pela compra de Pasadena, segundo a Coluna do Estadão. Duas perícias produzidas pela Polícia Federal sobre a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, colocam o Conselho de Administração da Petrobrás, à época chefiado pela presidente cassada Dilma Rousseff, como um dos responsáveis pelo prejuízo milionário no negócio. 



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