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  • 12/05/2018


    Sobe - Estudantes que se indignaram contra o governo, por este, não ter enviado livro didático a todas as escolas estaduais em Feira de Santana.


    Desce - Secretaria de Educação do Estado, por deixar estudantes em Feira, sem livro didático, instrumento indispensável para a efetivação da aprendizagem.


    Com verba da Câmara


    De olho na reeleição, o deputado federal Elmar Nascimento (DEM-BA) gastou R$ 30 mil da cota parlamentar, no mês de abril, para contratar pesquisas nas suas bases eleitorais. Conforme apurado Bahia Notícias, baseado no site da Câmara dos Deputados, o democrata pagou R$ 15 para cada levantamento estatístico socioeconômico e administrativo em Campo Formoso, no período de 14 a 16 de abril, e em Senhor do Bonfim, de 12 a 13 de abril. Ambas as pesquisas foram realizadas pelo Instituto Baiano de Estatística (Ibel). Elmar foi o segundo mais votado nos dois municípios. Em Campo Formoso ele obteve 11.015 votos, e em Senhor do Bonfim 4.812.


    Remédios gratuitos


    O Ministério da Saúde estuda uma nova mudança no programa Farmácia Popular, que envolve a distribuição de remédios sem custo ou de preço reduzido para o cidadão. Uma das propostas é estender a gratuidade para os 42 produtos que fazem parte do programa. Hoje, 26 deles, já são distribuídos sem nenhum custo para o consumidor. As alterações, no entanto, são criticadas pelo setor farmacêutico. A estratégia de estender a gratuidade para todo o Farmácia Popular tem como objetivo permitir que os gastos do programa possam ser levados em consideração para o cálculo do mínimo que tem de ser gasto pela União para a área da Saúde. Hoje, como em 16 produtos há copagamento do consumidor, que arca com 10% do preço do produto, essa despesa não pode ser considerada como gasto em saúde.


    Gastos exagerados


    A procuradora-geral da Bahia, Ediene Lousado, publicou na sexta-feira (11), uma recomendação para que as promotorias de Justiça no interior ajam quando haver suspeitas de gastos exagerados em festas juninas. Meio que já esperada, pela situação econômica do país, a recomendação cobra que os promotores sejam vigilantes. Lousado quer que as promotorias instaurem procedimentos para apurar despesas que não sejam permitidas e que firam os princípios de legalidade, publicidade, impessoalidade, eficiência e moralidade administrativa. Conforme a recomendação, os gastos com as festas não podem ser feitos em prejuízos dos serviços essências e de maior relevância para os moradores, como saúde, educação e saneamento básico.


    Gastos exagerados II


    Desde que foi nomeada secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps) em janeiro de 2017, a deputada federal Tia Eron (PRB) utilizou R$ 79.440,00 da sua cota parlamentar para comprar exemplares de divulgação das atividades da republicana durante o mandato. Toda a despesa foi paga à empresa Expressão Gráfica Distribuição Comércio e Serviços, de Noel da Silva Vilela Filho, conforme levantamento feito Bahia Notícias baseado no site da Câmara dos Deputados. Eronildes utilizou a cota nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril de 2017, além de abril de 2018.

     

    Imbassahy indica blogueiro


    Um blogueiro e radialista com atuação em Barreiras e Luis Eduardo Magalhães, no oeste baiano, acaba de ser promovido para o cargo de assessor federal em Brasília. A condução para o posto partiu do deputado federal baiano Antônio Imbassahy (PSDB). Com a indicação do parlamentar tucano, Sigi Vilares, como o blogueiro é conhecido, atuará até o final do ano como Assessor do Departamento de Articulação com os Estados e o Distrito Federal da Subchefia de Assuntos Federativos do Governo Federal. Não foi informado como será a atuação do blogueiro.


    Denunciado por caixa 2


    O promotor eleitoral Luiz Henrique Dal Poz denunciou na quinta-feira, 10, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) por crime eleitoral no âmbito da Operação Cifra Oculta. A acusação atribui ao petista caixa 2 de R$ 2,6 milhões, via UTC Engenharia, na campanha de 2012, que o elegeu. A promotoria acusa outras quatro pessoas na mesma denúncia: o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o então responsável pela contabilidade da campanha, Francisco Macena, e os empresários e donos de gráficas Francisco Carlos de Souza e Ronaldo Cândido. A denúncia foi entregue à Primeira Zona Eleitoral, por violação ao artigo 350 do Código Eleitoral sanção de até cinco anos de reclusão.



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