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  • 19/09/2018


    Sobe - A Prefeitura de Feira de Santana pela descentralização do SAMU o que resulta em mais agilidade na prestação de socorro.

    Desce - Clínicas em Feira de Santana que contratam número de enfermeiros abaixo do ideal estabelecido por resolução do Confen.

    Campanha

    A campanha do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) vai lançar na televisão o vídeo em que o deputado federal chora ao falar de sua filha mais nova. As imagens já foram distribuídas nas redes sociais. A peça em que ele fala da caçula de sete anos é tratada internamente como “a joia da coroa”, por ressoar de maneira eficaz no eleitorado feminino.

    Declaração

    O governador e candidato à reeleição, Rui Costa (PT) defendeu o diálogo com PSDB em um eventual segundo turno nas eleições presidenciais. O petista ressaltou que o Brasil precisa se unir contra tudo que pregue o ódio. A declaração de Rui veio após o postulante ao Palácio do Planalto pelo PT, Fernando Haddad, dizer que considera possível um diálogo com os tucanos após as eleições e com aqueles que fizerem uma autocrítica em relação ao apoio do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e a participação no governo de Michel Temer (MSB).

    Comparação

    Empresário e ex-deputado, Antonio Celso Garcia apontou que o esquema de corrupção ligado ao ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) tinha como principal beneficiado o próprio tucano. Conhecido como Tony Garcia, o ex- -parlamentar é acusado de liderar um esquema criminoso que desviou R$ 40 milhões em um consórcio financeiro. Em delação premiada firmada junto ao Ministério Público, ele declarou que atuou como uma espécie de interlocutor informal do setor privado durante o primeiro mandato do tucano (2011-2014), que levou empresários para negociar contratos e doações de campanha a secretários estaduais e ao próprio Richa, segundo ele, para ajudar o amigo.

    Desejo

    A cúpula do PT quer que o candidato do partido, Fernando Haddad, adote um perfil de “pacificador” e se projete como o único viável para a convivência republicana. Segundo a coluna Painel, do Jornal Folha de S. Paulo, a campanha petista acredita que, consolidado o crescimento do ex-prefeito paulista, o segundo turno será uma disputa de rejeições: o antipetismo contra o antibolsonarismo. Neste sentido, aliados avaliam que só Haddad pode amenizar a rejeição à sigla.

    Decisão

    Uma decisão liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso é capaz de impedir a possibilidade de indulto ao ex-presidente Lula, caso seja do interesse de um novo presidente da República. De acordo com a Folha de S. Paulo, no mês de março, o magistrado tornou sem efeito quatro pontos do decreto de indulto de Natal assinado em 2017, pelo presidente Michel Temer. A decisão do ministro proíbe o indulto para condenados por corrupção e lavagem de dinheiro, como é o caso do ex-presidente. Além disso, Barroso exigiu que o benefício só seja concedido a presos que cumpriram um terço da pena, limitou o indulto a quem tem pena menor do que oito anos de prisão e vetou o benefício para quem ainda tem recursos a serem julgados, como é o caso de Lula.

    Afirmação

    O presidenciável Ciro Gomes, do PDT, afirmou na última segunda-feira (17), que Lula não sabia do mensalão do PT, mas estava ciente do esquema de corrupção na Petrobras investigado pela Operação Lava Jato. Em entrevista à jornalista Renata Lo Prete, no Jornal da Globo, o candidato falou sobre a responsabilidade de Lula em relação aos casos de corrupção no governo.

    Gasto

    A campanha de Lula gastou R$ 1,5 milhão com advogados para defender o ex-presidente nos processos criminais, segundo o Jornal Folha de S. Paulo. De acordo com a publicação, o petista contratou o escritório de advocacia Teixeira, Martins Advogados e, segundo o partido, foi para a prestação de “consultoria ao registro da chapa” do PT. A candidatura de Lula acabou impedida pelo Tribunal Superior Eleitoral, com base na Lei da Ficha Limpa.

    Receio

    A campanha do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) tem receio de uma “fuga” de aliados dos partidos do “centrão” para candidatos adversários, como Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT). Segundo a colunista do G1 e da Globo News, Andreia Sadi, a chance de migração do centrão é “real” se o tucano não decolar na reta final. O grupo é formado pelo DEM, PP, PR e PRB e Solidariedade. Para tentar subir nas pesquisas, Alckmin já tem defendido o voto útil, que ocorre quando o eleitor decide o apoio para um postulante com mais chance de vencer.
     



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