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  • 09/10/2018


    Sobe- Eleitores por promoverem alto índice de renovação na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal.

    Desce- O TER por ter prejudicado diversos eleitores com mudanças de seções.


     

    Eleitos em Salvador

     

    O pleito do último domingo (7) provocou mudanças na composição da Câmara de Vereadores de Salvador. Tudo porque três edis foram eleitos como deputados estaduais e um para deputado federal, e vão deixar a casa em janeiro de 2019. Marcos Mendes (Psol), ocupará o lugar de Hilton Coelho (Psol). Ele foi o terceiro colocado na disputa pelo governo do estado e era primeiro suplente. Já o presidente da Casa, Leo Prates (DEM), também eleito para estadual, deixará sua vaga para Vado Malassombrado (DEM), seu primeiro suplente. Com a eleição de Igor Kannário para deputado federal, o suplente Fábio Souza (PHS) assume a cadeira. O ex-presidente do Legislativo Soteropolitano, Paulo Câmara (PSDB), também vencedor na eleição para estadual, deixará sua vaga para Atanázio Júlio (PSDB).

     

    Apoio descartado

    Após a divulgação do resultado da eleição presidencial, que confirmou o segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), o candidato Ciro Gomes (PDT) declarou, domingo (7), que vai se reunir com a direção do partido antes de decidir um posicionamento para a nova etapa. No entanto, o postulante excluiu a possibilidade de apoiar Bolsonaro.

     

    Bolsonaro comemora

    O presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, comemorou o resultado do primeiro turno da eleição em uma transmissão ao vivo no Facebook. Ele vai disputar o segundo turno contra o candidato do PT, Fernando Haddad. Ao lado do economista Paulo Guedes, o capitão da reserva disse que vai unir o país, se for eleito, e não deixou de comentar o resultado no Nordeste, única região onde não apareceu como líder.

     

    Haddad também comemora

    O candidato à Presidência da República pelo PT, Fernando Haddad, (7) a ida ao segundo turno das eleições, no qual terá Jair Bolsonaro, do PSL, como adversário. Ao lado de aliados, Haddad fez um um pronunciamento após a confirmação do resultado e afirmou que é preciso ter "senso de responsabilidade" e "unir os democratas do Brasil".

     

    Ficaram de fora

     

    Sete medalhões da política baiana ficaram fora da lista de eleitos no pleito deste ano. Destes, quatro integraram o governo do presidente Michel Temer (MDB). São eles: Antonio Imbassahy (PSDB), que foi ministro, Benito Gama (PTB), que foi vice-líder do governo, José Carlos Aleluia (DEM), que foi relator da Eletrobras e Lúcio Vieira Lima (MDB), que o irmão Geddel Vieira Lima (MDB) chegou chefe da Secretaria de Governo.

     

    Renovação

    As eleições de 2018 trazem um novo panorama para o Senado Federal: dos 54 senadores que faziam parte do Legislativo desde 2010, 32 tentaram um novo mandato, mas apenas oito, ou 25% do total, conseguiram se reeleger. Cerca de 85% dos eleitos são novatos no cargo. Entre os que conseguiram se manter no Senado para o próximo mandato, estão Ciro Nogueira (PP-PI), Jader Barbalho (MDB-PA), Renan Calheiros (MDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). No entanto, outros nomes conhecidos da política nacional ficaram de fora da Câmara Alta, a exemplo de Cristovam Buarque (PPS-DF), Edison Lobão (MDB-MA), Eunício Oliveira (MDB-CE), Lindbergh Farias (PT-RJ), Magno Malta (PR-ES) e Romero Jucá (MDB-RR).

     

    Réu e eleito

    Com mais de 106 mil votos, Aécio Neves (PSDB) foi eleito deputado federal por Minas Gerais e garantiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. Ocupando a 18º posição dos mais votados, Aécio é réu na Operação Lava Jato pelo o áudio em que é flagrado conversando com o empresário Joesley Batista e pedindo R$ 2 milhões, pagos em encontros gravados entre intermediários do senador e executivos da JBS na sede da empresa, em São Paulo. Ele chegou a cogitar a possibilidade de concorrer ao Senado neste ano, mas aceitou tentar ser eleito deputado.

     

    4º lugar

    Tida como uma das favoritas ao Senado Federal pelo estado de Minas Gerais durante toda a campanha, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) terminou a disputa em quarto lugar, com 15% dos votos. O resultado seguiu a tendência apontada pela pesquisa boca de urna do Ibope. As duas vagas para o Senado ficaram com Rodrigo Pacheco (DEM), que teve 20,6% dos votos, e Carlos Viana (PHS), com 20,3%. Houve ainda 9,04% de brancos, 18,6% de nulos e 22,2% de abstenções.
     



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