Desenbahia 3
Facebook
Em cima da hora:
População detém suspeito de roubar menor no Centro de São Carlos, SP
-
  • Facebook
  • Twitter
  • Orkut
  • Feeds
  • 26/10/2018


    Sobe - Programa Música na Escola por valorizar o talento estudantil.


    Desce - Criminosos que arrombam casas e apavoram moradores da zona rural.


    Apelo ao PDT


    O presidenciável Fernando Haddad (PT) fez um último apelo à direção do PDT por um aceno público e enfático de Ciro Gomes à sua candidatura e contra Jair Bolsonaro (PSL), informa a coluna Painel, da Folha de S. Paulo. Segundo a publicação, em telefonema na tarde da última quarta-feira (24), para Carlos Lupi, o presidente da sigla, o petista rogou pela unidade da esquerda, citou riscos à pauta progressista e disse que um gesto do PDT teria significado histórico. Ciro, que foi para a Europa após o primeiro turno, chegará no Brasil hoje (26), e vai avaliar novo posicionamento. Na conversa com Lupi, de acordo com o jornal paulista, Haddad demonstrou otimismo com as pesquisas desta semana e reforçou que o aceno de Ciro seria crucial para uma virada.


    Sobre suposto vídeo


    O vereador Camilo Cristófaro (PSB), aliado do governador de São Paulo e candidato à reeleição, Márcio França (PSB), afirmou que o suposto vídeo íntimo do candidato tucano João Doria vazou por causa da falta de pagamento de programa. De acordo com a assessoria do tucano, a campanha ingressou com um pedido de investigação junto à Justiça Eleitoral para apuração da autoria do crime praticado contra ele. Doria afirmou que peritos criminais contratados por ele constataram que o vídeo é falso.


    Nomes especulados


    Quadros do Democratas voltaram a ser especulados, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, para integrar um eventual governo de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a publicação, o capitão reformado ressaltou que vai levar para seu possível governo dois deputados do DEM que não se reelegeram: Alberto Fraga, atual líder da “bancada da bala” no Congresso, e Pauderney Avelino. Fora isso, outro nome bastante conhecido em Brasília, o do ex-ministro da Educação do governo Michel Temer, Mendonça Filho, pode voltar à Esplanada. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, articula para se manter no comando da Casa, com apoio dos partidos do centrão.


    Votação do relator


    O relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargador João Pedro Gebran Neto, votou nesta quarta-feira (24), pela progressão da pena de Antonio Palocci para o regime semiaberto domiciliar, com o uso de tornozeleira eletrônica. Gebran Neto, inicialmente, se manifestou pelo aumento da pena imposta ao ex-ministro dos governos Lula e Dilma de 12 anos e 2 meses de reclusão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro para 18 anos. Em seguida, votou pela redução à metade (9 anos e 10 meses), levando em conta a delação premiada de Palocci fechada com a Polícia Federal. O julgamento, no entanto, foi adiado para o dia 28 de novembro, com pedido de vista do desembargador Leandro Paulsen. Palocci está preso desde setembro de 2016, alvo da Operação Omertà, desdobramento da Lava Jato. O juiz Moro o condenou em uma primeira ação a 12 anos e dois meses de reclusão.

     

    Voto nulo


    O ex-candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva (Rede), Eduardo Jorge (PV), disse que vai votar nulo no segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). No início desa semana, Marina Silva disse que daria um “voto crítico” em Haddad. Críticas dos economistas As propostas para economia dos dois candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), são bem diferentes em diversos pontos, mas igualmente vagas e com pouco detalhamento sobre os principais temas. Economistas ouvidos pelo site G1 criticam a falta de clareza nos programas e apontam uma série de fragilidades, contradições e dúvidas sobre a viabilidade das propostas apresentadas.


    Avaliação


    O jornalista William Waack disse, em entrevista à Rádio Metrópole, que, se Jair Bolsonaro (PSL) vencer a eleição, o capitão reformado terá que mudar o discurso. Para ele, o pleito presidencial foi marcado por poucas propostas e uma “guerra cultural”.



Os comentários e textos não representam a opinião do portal; a responsabilidade pelo blog é do autor da mensagem.
Folha do Estado da Bahia
Desenvolvido por Tacitus Tecnologia