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Fechamento de autoescola vira caso de polícia em Presidente Prudente
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  • 01/03/2019


    Sobe - Receita tributária de Feira de Santana pelo salto significativo que deu no intervaldo de 1 ano.


    Desce - Embasa por manter índice altissimo de insatisfação popular em Feira de Santana e região.


    Ministro agredido


    O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi agredido na última quarta (27), por integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) e do Partido da Causa Operária (PCO) ao sair de uma cerimônia comemorativa da concessão do Parque Nacional do Pau Brasil, em Porto Seguro, no sul do estado. Ao Estadão, Salles afirmou que a Polícia Federal abriu investigação para apurar o caso. Em seu perfil no Instagram, o ministro postou fotos e um vídeo, onde é possível ver o carro cercado por manifestantes. O titular da pasta classificou o episódio como “uma vergonha”.


    Sobre projeto de Coronel


    A deputada federal Lídice da Mata (PSB) classificou como “descabido e inadmissível” o projeto protocolado pelo senador Angelo Coronel. Ele propõe a revogação da cota de 30% das candidaturas de mulheres. Em nota, Lídice argumenta que justamente por conta da cota dos 30% que a bancada feminina cresceu 51% na Câmara, atingindo 77 parlamentares.


    Ainda sobre projeto


    A proposta do senador Angelo Coronel (PSD) de acabar com a obrigatoriedade de 30% de candidaturas femininas em eleições não está sendo bem vista no cenário político. Após a deputada federal Alice Portugal (PCdoB) afirmar que vai “apelar” para que Coronel repense sobre a decisão, e a deputada Lídice da Mata garantir que vai se colocar à frente da resistência ao projeto, foi a vez do deputado Gilmar Santiago (PT) manifestar suas críticas. Para ele, seria um retrocesso e um equívoco. O deputado disse, ainda, que Coronel não foi eleito pelos baianos para fazer isso.


    Fraudes da OAS


    A OAS usou contratos fictícios em sete diferentes países para gerar recursos ilícitos usados em pagamentos de propina e caixa dois no Brasil e no exterior, relatou em sua delação premiada Alexandre Portela Barbosa, ex-gerente da área internacional de contabilidade clandestina da empreiteira. A informação foi veiculada ontem (28), pelo site do jornal O Globo. De acordo com a publicação, Alexandre Barbosa contou que foram usadas para este fim ilícito unidades da construtora sediadas no Chile, Costa Rica, Equador, Guatemala, Peru, Trindade e Tobago, e Ilhas Virgens Britânicas.


    Deputados réus


    Levantamento feito pelo Portal G1 mostra que 50 deputados federais respondem hoje, a processos criminais na Justiça. O dado representa 10% do total de parlamentares na Câmara (513). São, ao todo, 95 processos - apenas um dos deputados responde a 30 ações (quase 1/3 do total). Na Bahia, três parlamentares compõe a lista: Charles Fernandes (PSD), Igor Kannário (PHS) e Tito (Avante). Entre as siglas, o Partido da República (PR) é o que tem o maior números de processados por crimes com sete parlamentares.


    Recuo do MEC


    O Ministério da Educação (MEC) desistiu ontem (28), de pedir às escolas para gravarem alunos durante a execução do Hino Nacional. De acordo com a pasta, a decisão se deu por questões técnicas de armazenamento e de segurança. O MEC informou ainda que um novo comunicado começou a ser encaminhado às escolas, retirando o pedido. O pedido foi duramente criticado por educadores e juristas e, ainda, desencadeou um processo de apuração pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, além de representação de parlamentares ao Ministério Público Federal (MPF).


    Investigação


    A força-tarefa da Operação Lava Jato investiga documentos encontrados na casa de Paulo Vieira de Souza, operador financeiro ligado ao PSDB, em São Paulo, que compõem uma espécie de “diário de prisão”, e cartas enviadas por familiares com menções a nomes cifrados. Os procuradores pediram à Justiça, na última quarta-feira (27), para interrogá-lo sobre os textos, que ainda não tiveram o conteúdo analisado. Eles querem saber quem são as pessoas citadas e o que significam as anotações. Paulo Vieira de Souza foi diretor da Dersa, uma empresa estatal paulista de construção e manutenção de rodovias, de 2005 a 2010, durante os governos de Geraldo Alckmin e José Serra, do PSDB.



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