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  • 22/01/2020


    Sobe - Prefeitura de Feira por adotar sistema eletrônico de de informações que vai agilizar as demandas administrativas nas secretarias municipais.


    Desce - O INEP por erros na correção das provas do ENEM que trouxe transtornos a milhares de estudantes.


    Passar a bola


    O líder da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Targino Machado (DEM), sinalizou, ontem (21), que deve deixar o comando da minoria no Legislativo baiano. A decisão, porém, só deve ser confirmada em fevereiro, quando o democrata anuncia se será ou não pré-candidato a prefeito de Feira de Santana.”A minha vontade é passar o bastão. Se eu decidir pela pré-candidatura, vou ter que passar o bastão. Acredito muito na alternância de poder”, afirmou Targino, em entrevista ao Bahia Notícias.


    Bastidores


    Nos bastidores, a expectativa era de que o DEM apoiasse a candidatura à reeleição do prefeito Colbert Martins (MDB). No entanto, um integrante da cúpula do DEM disse, em conversa reservada, que uma pesquisa divulgada em agosto do ano passado “não foi boa para Colbert” e “abre espaço para a procura de nomes alternativos”. Para ele, caso o prefeito feirense não decole, será preciso ter opções. O mesmo democrata, que integra a cúpula, ressalta que o desafio no cenário eleitoral da cidade será unir todos os governistas e, neste contexto, descartou a hipótese do grupo ter mais de dois candidatos.


    Coronel


    O senador Ângelo Coronel foi apresentado ontem (21) como pré-candidato a prefeitura de Salvador pelo PSD, partido presidido no estado pelo senador Otto Alencar (PSD). De acordo com Coronel, Otto consultou todos os membros do partido e não houve qualquer objeção para a apresentação da pré-candidatura. “Tivemos 550 mil votos para senador em Salvador e vamos trabalhar para aglutinar o máximo os partidos da base para afunilar duas ou três candidaturas”, disse Coronel.


    Recuada


    Com o anúncio, as pré-candidaturas do deputado estadual Alan Castro (PSD) e do ex-deputado Manassés (PSD) devem recuar. Quem também deve recuar das conversas para compor chapa em 2020 é a esposa do senado, Eleusa Coronel. De acordo com o senador, a esposa foi ventilada pelo grupo do vice-prefeito Bruno Reis (DEM) e do deputado federal Sargento Isidório (Avante).


    Muita gente


    O nome de Coronel se junta a uma extensa lista de pré-candidaturas da base do governador Rui Costa (PT) para prefeitura de Salvador. Só o PT tem hoje quatro pré-candidatos: Vilma Reis (socióloga), Robinson Almeida (deputado estadual), Fabya Reis (secretária) e Juca Ferreira (ex-ministro). O PCdoB lançou Olívia Santana (deputada estadual). O PP tem Niltinho (deputado estadual). O Podemos vai de Bacelar (deputado federal). O PL tem Irmão Lázaro (ex-parlamentar). O PSB tem como pré-candidatos Lídice da Mata (deputada federal) e Silvio Humberto (vereador). O Avante lançou o deputado federal Pastor Sargento Isidório.


    Explicação


    O juiz Jerônimo Azambuja Franco Neto, da 18ª Vara do Trabalho de São Paulo, terá que prestar esclarecimentos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por classificar o atual momento do país como uma “merdocracia neoliberal neofascista”. O corregedor nacional de Justiça em exercício, ministro Emmanoel Pereira, determinou a abertura de pedido de providências para apurar suposta prática de conduta vedada a magistrados. Na sentença, o juiz criticou diversas figuras do governo como Bolsonaro, Damares, Paulo Guedes, Weintraub e Sergio Moro. O CNJ tomou conhecimento do caso pela imprensa. A Corregedoria considera que a crítica é uma ofensa ao Código de Ética da Magistratura e a Loman. O juiz terá um prazo de 15 dias para apresentar informações a respeito dos fatos narrados na notícia.


    AGU


    A Advocacia Geral da União ingressou com um pedido de providências no CNJ contra o juiz. Para a instituição, o magistrado extrapolou funções atribuídas à magistratura ao não utilizar linguagem escorreita, polida e respeitosa. A reclamação disciplinar foi encaminhada ao corregedor-geral de Justiça, ministro Humberto Martins. A AGU ainda ponderou que o juiz se manifestou de forma político-partidária, comprometendo a dignidade do Judiciário. O Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP) também se pronunciou sobre a conduta do magistrado. O Tribunal esclareceu que incumbe ao magistrado designado a fundamentação jurídica das decisões, “sendo de sua exclusiva responsabilidade qualquer posição que dela se possa extrair”. Segundo o TRT-SP, o assunto já se encontra em apuração pelas vias oficiais.



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