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  • 15/03/2013

    Sobe- Hospitais feirenses que estão se habilitando para fazer transplantes de rins Desce - A SMT por não fazer uma fiscalização mais ativa no trânsito da Cidade


    Acordo

    Depois de muitas conversações entre auxiliares do governo e da prefeitura de Salvador, o governador Jaques Wagner (PT) e o prefeito ACM Neto (DEM) devem finalizar o entendimento sobre o futuro do metrô da capital baiana, processo que se arrasta treze anos. Os gestores tiveram um encontro para definir como será conduzida a transferência da administração da linha 1 para o governo. O trecho tem apenas seis quilômetros e liga a Rótula do Abacaxi à Lapa, porém a projeção é de que seja para ser ampliado até a Estação Pirajá.

    Tumulto

    A primeira sessão da Comissão de Direitos Humanos com o presidente Marco Feliciano (PSC-SP) aconteceu em meio a tumulto e bate-boca entre o pastor e o ex-secretário de Direitos Humanos, deputado Nilmário Miranda (PT-MG). O petista acusou o social-cristão de não ter “legitimidade” para presidir o colegiado e toda a bancada do PT se retirou. Antes da sessão, evangélicos lotaram a sala da comissão e aplaudiram de a entrada do pastor, que colocou em votação uma proposta de nota de repúdio ao candidato venezuelano Nicolas Maduro, que acusa o adversário de ser homossexual.

    Reforma ministerial

    Em mais uma reunião com o vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), a presidente Dilma Rousseff avançou nas negociações políticas para as mudanças que fará no primeiro escalão do seu governo, para recompor o palanque da eleição presidencial de 2014. Na conversa, ficou praticamente fechada a dança de cadeiras que fará para reforçar a ala peemedebista do vice-presidente e amarrar o apoio do PSD do ex-prefeito Gilberto Kassab à sua reeleição.

    Dupla perfeita

    Em entrevista à emissoras de rádios, a presidente Dilma Rousseff deixou claro para a importância que aos políticos do estado de Alagoas, ao falar de seus aliados preferenciais no Congresso. Para aprovar projetos de interesse do Palácio do Planalto, Dilma destacou a importância da parceria com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), alvo de pressão dos movimentos sociais para deixar o cargo, e com o senador Fernando Collor, ex-desafeto do PT. Provocada por um dos radialistas, Dilma chamou Collor de “nosso senador” e o citou três vezes durante a entrevista de cerca de meia hora.


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