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Baile Municipal de Bezerros vende ingressos para show de Araketu
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  • 14/06/2013

    Sobe- A Conferência Intermunicipal, que discute políticas voltadas para a Educação. Desce- O grande encalhe de ingressos para os jogos da Copa das Confederações.


    O capacete

    Ontem (13), em entrevista concedida ao programa Subaé Notícias, o vereador Isaias de Diogo (PPS) justificou sua intenção de conceder o título de cidadão feirense, ao freqüentador da Câmara, Manoel Teles, conhecido popularmente como MTF. "Ele dá lição de moral em muitos vereadores da Casa" e continuou: "Ele é engenheiro. Eu não posso dá só porque ele é preto e pobre? O meu mandato é popular". A única faculdade que MTF pode ter frequentado é a da vida. Essa ideia de engenheiro é de Isaias, que ao invés de olhar o diploma do rapaz, fixou os olhos no capacete.

    Guerra na bomba

    O empresário do setor de combustíveis Jailson Couto Ribeiro, apoiou fortemente na última eleição a candidatura  federal de Fernando Torres, seu colega de ramo. No mês passado, por desentendimentos, o preço da gasolina na bomba desceu. E ai, correligionários de Zé Chico anunciaram que na eleição de 2014 receberiam o apoio de Jau (como é conhecido).   A guerra de preços se prolongou e veio a maior ameaça: as redes sociais anunciaram que o empresário seria candidato a deputado federal, apoiado por um grupo numeroso de empresários do setor. Jau rivaliza com os Torres na busca do título de maior empresário do ramo na Bahia.

    Paz na bomba

    Pois bem, sem aumento na refinaria, enfim os empresários em Feira resolveram, três semanas atrás, retornar ao preço anterior que é pouco mais de R$ 2,80. Ameaça de candidatura esfriou, as redes sociais já não anunciam a intenção. Devem ter lido o romance "Guerra e Paz", do russo  Lev Tolstoi.

    Indenização e desemprego

    O deputado Augusto Castro (PSDB), em discurso na Assembleia Legislativa da Bahia, cobrou do Governo do Estado providências para o pagamento das indenizações dos produtores rurais da região de Itapé que tiveram suas terras desapropriadas para a construção da Barragem do Rio Colônia. Até o momento o máximo pago foi de 10% do valor da desapropriação. "Sem terras e sem recursos para investir em nova área os produtores enfrentam dificuldades que repercutem em toda a região, a exemplo do desemprego", alertou o parlamentar.


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