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  • 08/04/2014


    Sobe - Moradores do Jardim Cruzeiro, por realizarem aminhada pela Paz.
     
    Desce - Os motoristas que paralisaram as atividades sem aviso prévio à sociedade. 
     
    Audiência
     
    A Audiência Pública realizada na última sexta-feira (04), para tratar do Shopping Popular, parece não ter dado bons frutos.  O evento, que tinha a intenção de discutir melhorias para a construção do Shopping Popular, virou palanque político. Pelo menos, esta foi a leitura feita pelos vereadores, que fizeram severas críticas sobre a mesma na sessão de ontem (07). "Na Audiência, só havia cinco ambulantes. Trouxeram pessoas que não conhecem a cidade, como Moema Gramacho. Mais uma vez, o Sindicato dos Ambulantes deu um tiro no pé", avaliou Wellington Andrade.
     
    Audiência I
     
    Autor do requerimento que solicitou a realização da Audiência Pública para tratar do Shopping Popular, o vereador Beldes Ramos (PT), explicou o porquê de poucos ambulantes terem se apresentado no evento. "Não sei se os colegas vereadores observaram, mas as duas primeiras fileiras das galerias estavam ocupadas pelos rapas da Prefeitura. Com eles aqui, os ambulantes se intimidam em se apresentar, porque temem represálias. É assim que eles agem, eles perseguem e prejudicam pais e mães de família", justificou Beldes.
     
    Bariátrica
     
    Mais uma vez, o vereador David Neto (PTN) faz um discurso voltado para a falta de assistência médica para os pacientes de Feira de Santana que precisam ser submetidos a cirurgia bariátrica. "Há muitos anos que eu luto pela realização dessa cirurgia aqui em Feira de Santana, e ninguém faz nada. Pessoas estão morrendo porque não têm condições de se deslocarem para outra cidade e Feira de Santana não oferece esse procedimento", disse Neto.
     
    Pagamento 
     
    Alguns funcionários demitidos do Hospital Geral Clériston Andrade ainda estão se receber a 2ª parcela do 13º salário, o salário do mês de fevereiro e a rescisão do contrato com o Estado, que deveria ter sido pago em março. A denúncia foi feita ao Folha do Estado ontem (07) pelo técnico em laboratório, Jânio Ricci. "Queremos pedir ao município que seja sensível às nossas dificuldades e paguem o que ainda temos direito e depois busquem o reembolso do Governo do Estado", pediu. 
     
    Tribuna Livre
     
    O advogado Hércules Oliveira fez uso da tribuna livre da Câmara de Feira ontem (07). O advogado é também atual presidente do Fluminense de Feira e foi à Câmara para expor a real situação do clube e pedir a ajuda dos parlamentares. "O Fluminense hoje passa por uma situação muito difícil. Peço a colaboração dos senhores vereadores, pois a problemática do clube é financeira. Precisamos da colaboração de todos e quem quiser contribuir financeiramente estou disposto a receber, pois estamos sem dinheiro", pediu.
     
    Bebericar
     
    A crise de relacionamento entre o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Carlo Gilberto Farias, e seus vices não se restringe apenas ao descumprimento do compromisso firmado na campanha de uma maior participação dos dirigentes na entidade. Em único encontro mais de 60 dias depois de eleito e empossado, Farias propôs que as cinco salas individualizadas dos vices-presidentes fossem reduzidas a apenas uma para uso de todos eles a fim de que, no espaço excedente seja construído um bar. Isto mesmo: um bar para consumo de bebidas alcoólicas.
     
    Eleitores mobilizados
     
    A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras foi o assunto que gerou o maior número de manifestações por meio do Alô Senado durante a semana passada. Alguns cidadãos têm exigido posicionamento dos congressistas em relação à possibilidade de instauração de uma CPI que investigue as suspeitas de superfaturamento e evasão de divisas na compra da refinaria de Pasadena pela estatal. Houve quem registrasse na central de atendimento congratulações aos senadores que assinaram o requerimento para a abertura das investigações.
     
    Na pressão
     
    O deputado paranaense André Vargas foi aconselhado pelo seu partido, o PT, a tirar licença da Câmara. Engolfado por uma torrente de evidências de que mantém relações monetárias com o doleiro preso Alberto Youssef, Vargas não se mostrou refratário à ideia. O petismo negocia com ele um afastamento do mandato por 90 dias. O pretexto é o de dar tempo a André Vargas para se dedicar exclusivamente à sua defesa. O objetivo real é o de tirá-lo de cena para tentar evitar que a fervura que o consome se alastre para o partido e ofereça munição nova a adversários que já fustigam o governo com a CPI da Petrobras.


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