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  • 08/12/2014


    Zezito ou Tom
    Se for concretizada, segundo Targino Machado (DEM), a promessa de que Tom assumira em fevereiro o mandato de vereador, e se o edil Zezito for homem que garanta a palavra, a base do governo terá um ou outro no apoio.

    Targino ou Geilson
    Na mesma linha do que pode ocorrer na Câmara, tudo indica que o prefeito José Ronaldo terá como aliado na Assembleia não os dois, mas apenas um dos deputados. Isso tomando como base o estado de espírito de Targino Machado.

    Agora não
    Pelo menos Targino Machado, durante a entrevista que concedeu à Rádio Subaé, disse não estar pensando, ainda, em se candidatar a prefeito de Feira em 2016. Mas, tratou o seu antigo desafeto figadal, o líder do Governo Zé Neto, carinhosamente de “meu amigo Zé Neto”. Novos tempos.

    Lembrando o passado
    No início das tratativas para a escolha do sucessor de Ronaldo em 2008, Tarcízio Pimenta era o último nome que poderia receber o apoio do prefeito na época. Tarcízio, aliado, fez zanga tanto na imprensa quanto nos bastidores. Na imprensa mostrando insatisfação e mantendo a candidatura; nos bastidores, ameaçando que se não fosse o escolhido lançaria sua esposa, na época de outro partido, como candidata a vice na chapa de Colbert. A ameaça deu certo. Mesmo a contra gosto, Ronaldo lançou e apoiou a candidatura do indigesto, na época, Tarcízio Pimenta.

     

    Alto escalão
    O governador eleito Rui Costa (PT) definiu sete ocupantes de cargos do alto escalão da administração. Quatro deles são petistas: Carlos Martins, para Casa Civil, Jerônimo Rodrigues, para Desenvolvimento Rural, e os deputados Josias Gomes, na pasta de Agricultura, e Nelson Pelegrino, Direitos Humanos e Casa Civil. O jornalista André Curvello passaria a comandar a pasta da Comunicação Social. Marcus Cavalcanti e Manoel Vitório continuariam nas secretarias de Infraestrutura e Fazenda, respectivamente. Rui já teria escolhido os futuros comandantes das pastas da Saúde e estaria prestes a escolher quem vai assumir Segurança Pública e Educação. Segundo fontes do Bahia Notícias, para Saúde está cotado um amigo pessoal do petista, o cardiologista Fábio Villas Boas, diretor médico do Hospital Espanhol.

    Lava Jato
    O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, considera que existem indícios de que os crimes de corrupção e propinas “transcenderam a Petrobras”. Ele demonstra perplexidade com a planilha de dados sobre cerca de 750 obras públicas, “nos mais diversos setores de infraestrutura, que foi apreendida com Alberto Youssef”. Doleiro e alvo central da Lava Jato, Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa fizeram delação premiada e relataram a ação do cartel das empreiteiras na estatal petrolífera. A planilha que incomoda o juiz da Lava Jato foi apreendida no dia 15 de março, quando a operação saiu à caça dos investigados.

    Posse
    O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, virá para a posse da presidente Dilma Rousseff em Brasília, no dia 1º de janeiro, como um gesto para o país norte-americano se reaproximar do Brasil após crise gerada pelas revelações da espionagem no ano passado. Ele é a autoridade mais graduada enviada dos EUA para uma posse presidencial brasileira desde 1990, quando o vice da época Dan Quayle veio para o de Fernando Collor de Melo por se tratar de uma transição para o regime democrático no Brasil. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, Biden se transformou no principal interlocutor da presidente Dilma e já veio duas vezes ao país. Eles devem aproveitar a oportunidade para realizar em encontro.

    Encontro
    Joaquim Levy, indicado para o cargo de ministro da Fazenda, teve um encontro com o atual ministro, Guido Mantega. Na saída, fez um comentário rápido ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Disse que a reunião foi "sobre procedimentos e um pouco de economia global". O encontro, originalmente programado para as 11 horas, acabou ocorrendo no fim da tarde e durou cerca de 40 minutos. A reunião de Levy e Mantega havia começado às 18 horas e o futuro ministro evitou sair pela portaria onde estava concentrada a maioria da imprensa.

    Ebal
    A perspectiva de privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) repercutiu na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (AL-BA), com pelo menos três deputados propondo emendas ao projeto de lei que deve ser votado na próxima semana. Um deles, Euclides Fernandes (PDT), pretende que os funcionários da estatal sejam alocados de forma provisória na Secretaria de Administração do Estado até que sejam alocados para uma secretaria, de forma definitiva. “Há uma ideia de uma reforma de modernização do governo e de acabar com a Ebal. Temos que respeitar os direitos adquiridos, pois eles são funcionários de uma empresa criativa”, afirmou Fernandes. Segundo o deputado, dos 2.647 dos funcionários ativos da Ebal, boa parte é formada por cargos comissionados que não realizaram concurso e que por lei podem ser exonerados a qualquer tempo.



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