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  • 15/12/2014


    Reforma Administrativa

    O governador Jaques Wagner (PT) sancionou, na última quinta-feira (11), a reforma administrativa proposta para a nova administração do seu sucessor, Rui Costa (PT). As mudanças entrarão em vigor no dia da posse, 1º de janeiro. Entre as alterações, está a extinção de seis secretarias e criação de três novas pastas na administração. A previsão do projeto é a economia de R$ 200 milhões, com corte de 1.700 cargos.

    Afastamento
    A revelação de que uma ex-gerente executiva da Diretoria de Abastecimento da Petrobrás alertou a presidente da estatal, Maria das Graças Foster, sobre irregularidades na estatal fez com que líderes da oposição pedissem a substituição imediata do comando da empresa. Para o senador Álvaro Dias (PSDB-PR), “é inadmissível que não se promova uma mudança radical na Petrobrás”. “Se não há participação direta (no esquema), há o crime de omissão, de conivência e de cumplicidade”, afirmou ontem. “Não há como tolerar essa passividade do governo com relação aos gestores da Petrobrás”.

    O espaço
    Além de traçar os rumos da chapa Partido que Muda o Brasil, que une as maiores correntes do Partido dos Trabalhadores, a reunião de dirigentes que aconteceu ontem, em um hotel no centro de São Paulo discutiu também o espaço do partido no segundo mandato de Dilma Rousseff. Um parlamentar ouvido pelo Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado, relativizou recomendações que teriam sido dadas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o partido contivesse seu apetite por cargos e aceitasse ceder mais postos a aliados na Esplanada.

    Popular
    O radialista Antônio Sotero fez uma enquete na Rádio Povo, no seu programa matinal de domingo, com a pergunta: “Qual a personalidade mais popular de Feira de Santana?”. O resultado? O Rei Nelsinho. 249 votos; o segundo colocado obteve 02 votos e o terceiro com 01 voto. O radialista anunciou que 252 ouvintes participaram da enquete.

    Programas sociais
    O subsecretário de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Ricardo Paes de Barros, disse que o governo precisa passar de uma perspectiva de programas sociais com beneficiários para ter cidadãos que participem do processo democrático. Em uma mesa de debate em evento em São Paulo, Paes de Barros afirmou que o governo busca essa evolução, até porque os cidadãos não querem ser sempre “beneficiários, para se beneficiar de um programa social”. Paes de Barros disse que as políticas sociais se perderam um pouco ao se guiarem apenas por resultados, e afirmou que seria necessário resgatar princípios e valores.

    Petrolão
    O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, disse em nota que em consequência do Petrolão – esquema de corrupção instalado na Petrobras – trabalhadores baianos estão perdendo o emprego, e as demissões devem atingir mais de mil pais de família no estado. São empregados da Enseada Indústria Naval, estaleiro que está sendo erguido no município de Maragogipe, no Recôncavo Baiano. A justificativa para a liberação dos trabalhadores é a suspensão dos repasses por parte da empresa Sete Brasil, criada para construir e alugar sondas para exploração do pré-sal. Imbassahy critica o fato de os trabalhadores serem penalizados pelos crimes cometidos pelos altos escalões no governo petista.

    Dívidas
    O presidente estadual do PT, Emídio de Souza, falou ontem sobre as dívidas de campanha do partido em São Paulo, que, segundo ele, somam entre R$ 25 e R$ 30 milhões. Emídio indicou que pretende contar com a ajuda do diretório nacional do partido para quitar o débito. “A campanha de São Paulo é parte da nacional e nós somos um partido só”, disse Emídio, argumentando também que as campanhas de São Paulo nunca se pagaram sozinhas. Emídio fez questão de ressaltar que a dívida será paga e que o montante devido não paralisará o partido. Questionado sobre a possibilidade de o PT Nacional não assumir os custos da campanha paulista, Emídio voltou a defender a ajuda.

    Fraude
    O Ministério Público Federal considerou ao todo 16 empresas como parte do suposto cartel formado para fraudar licitações, corromper agentes públicos e desviar recursos da Petrobras, que se organizava em uma espécie de “clube”, com regras de “torneio” para fatiar obras públicas entre 2004 e 2012. “A partir do ano de 2006, admitiu-se o ingresso de outras companhias no denominado Clube, o qual passou a ser composto por 16 empresas”, sustentam as cinco denúncias contra 25 pessoas ligadas às seis primeiras denunciadas – Camargo Corrêa, OAS, Mendes Júnior, Engevix, Galvão Engenharia e UTC Engenharia. Outras empresas atuariam esporadicamente no “clube”, somando esse total a 22 empreiteiras que serão alvos das futuras denúncias do MPF.



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