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  • 23/12/2014


    Sobe- Venina Velosa, funcionária corajosa, que escancara a roubalheira na Petrobras.
    Desce- A caótica situação do transporte urbano na cidade.


    Corajosa
    A funcionária Venina Velosa que entregou ao Ministério Público Federal cópia dos e-mails que enviou à diretoria da Petrobras avisando das irregularidades na companhia. Corajosa, diz que irá até o fim embora sabendo dos riscos que corre e em outro gesto patriótico, conclamou os colegas de trabalho, de outras diretorias, para denunciar os desmandos que nelas podem ter acontecido.

    AFAS e sabedoria
    Se já tem comprador acertado para adquirir a área pública que foi cedida à AFAS e que agora vai vender, que coloque as “asas de molho”. Um grupo de advogados, divididos, vão entrar com duas ações contra a lei que permite a venda da área pública para terceiros. O vereador Pablo Roberto (PT) também. Segundo os advogados cabem: ADIN (Ação Direta de Constitucionalidade) e Ação Popular. Em um estado do Sul do país, duas situações iguais prosperaram e quem comprou, perdeu.

    Maratona
    Os maratonistas desta semana, nos programas de rádio, para prestarem contas de mandatos são: o presidente da Câmara, Justiniano França (DEM) e o deputado estadual José Neto (PT). Começaram no último sábado e até o fim de semana percorrerão todos os programas de rádio com as justificativas e mensagens. Vale a pena a divulgação em uma mídia de massa.

    Democracia e ética
    Em meio à avalanche de denúncias de corrupção na Petrobras reveladas pela Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou um vídeo na internet, no último domingo, 21, no qual afirma que uma das lições das eleições deste ano é que “o povo quer mais ética”. No vídeo, Lula aconselha a presidente reeleita Dilma Rousseff a assimilar o recado das urnas e “continuar” o combate à corrupção se quiser fazer um segundo mandato “histórico”. “A lição que ficou foi a seguinte: o povo quer mais democracia, mais participação, mais esperança, mais ética. O povo quer ser mais ouvido e continuar sonhando. Essa é a mensagem que a presidenta Dilma deve assimilar do resultado eleitoral e fazer do seu mandato um mandato histórico”, disse.

    Veneno
    O candidato derrotado na disputa pela Presidência em outubro, o tucano Aécio Neves (PSDB-MG) disse que as novas medidas da presidente Dilma serão insuficientes para conter o clima de desconfiança com os rumos do país. “O governo vai provar do seu próprio veneno”, afirmou o senador. Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, Aécio afirma que Levy – próximo ministro da Fazenda – enfrentará mais resistência da base do governo do que da oposição. “Ele sabe que é um corpo estranho neste processo”, disse. Com tom irônico, Aécio arrematou: “Vamos conhecer o neoliberalismo petista”.

    Presidência PTB
    A deputada federal eleita pelo Rio de Janeiro e filha da filha do delator do mensalão, Roberto Jefferson, Cristiane Brasil será a nova presidente nacional do PTB. A escolha foi eleita pela legenda por unanimidade. De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, Roberto Jefferson, que está em regime semiaberto, ainda dá as cartas no partido. “Ele não está proibido de falar no telefone. Mas quem teve que fazer o trabalho fui eu”, disse Cristiane, que deve seguir o estilo combativo do pai. Em entrevista à Folha, citou o mensalão e acusou o PT de idealizar e chefiar o esquema de propina ocorrido na Petrobras, que é investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal.

     

    Delação negada
    A Justiça Federal vetou o acesso à delação premiada do ex-gerente executivo de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco. A decisão é do juiz Sérgio Moro, que conduz as ações da Operação Lava Jato, investigação sobre esquema de lavagem de dinheiro e propinas na Petrobras. A defesa de cinco executivos da OAS, entre eles o presidente da empreiteira, José Aldemário Pinheiro Filho, o Leo Pinheiro, queria conhecer as revelações de Barusco, que fechou acordo de delação com a força tarefa do Ministério Público Federal. A OAS está sob suspeita de ter integrado cartel de empreiteiras que se apossou de contratos bilionários da estatal petrolífera.

    Delação concedida
    Responsável por investigar o esquema de corrupção na Petrobras, a força-tarefa da Operação Lava-Jato conseguiu amarrar mais de uma dezena de acordos de delação premiada. Dado inédito do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná mostra que, até semana passada, foram firmados 12 acordos. Segundo O Globo, trata-se da maior quantidade de delações premiadas numa investigação de um grande caso de corrupção recente. Os primeiros acordos — fechados com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e com o doleiro Alberto Youssef — são tidos como fundamentais para o sucesso da investigação e levaram a novas colaborações. Uma vez incriminados, não restou a alguns dos acusados relatar o que sabiam em troca de uma possível redução de pena.

    Sem proteção

    O Ministério da Justiça, por meio da Polícia Federal, negou pedido feito pelo DEM para proteger a ex-gerente de Abastecimento da Petrobras Venina Velosa da Fonseca. Ela tem sustentado que alertou a presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e outros dirigentes da empresa sobre o processo de corrupção que envolve a companhia petrolífera. Em entrevista exibida ontem pelo programa “Fantástico”, da TV Globo, a ex-gerente executiva disse ter informado “a todas as pessoas que podiam fazer algo” sobre irregularidades verificadas por ela na estatal.



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