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  • 26/12/2014


    Sobe- Joaquim Barbosa por ensinar que Ministério Público não é órgão de assessoria.
    Desce- A Coelba pela falta de manutenção de postes da cidade.


    Cavalo de Tróia
    Natal sem transporte coletivo na cidade mais parece um “presente de grego”. O sentimento que se tem é que faltou planejamento estratégico. Envolvendo componente político, o advento tem um efeito de uma bomba em festa de aniversário. Vai ter muita gente ferida.
    Nivaldo Vieira
    O ex-secretário de Relações Interinstitucionais no governo de Tarcízio Pimenta virou o queridinho do rádio feirense. Durante este mês de dezembro, foi o político sem mandato mais entrevistado dos diversos programas. Tem tratado de assuntos que atendem bem o gosto dos ouvintes.
    Ministro da Guerra
    Pela importância política do governador Jaques Wagner, ser indicado para o Ministério da Defesa de um país que o último confronto belicoso foi na Itália durante a 2ª Guerra Mundial, é um desperdício. A função agora é preservar fronteiras com um Exército de pequeno contingente. Nada. Consolar o governador dizendo que ele vai participar da articulação político do governo é carimbar a falta de importância do Ministério.

    Prato cheio
    Vocês já imaginaram o presidente da AFAS, na camuflagem das festividades do final de ano, colocar à venda sem aviso público a área pública que está autorizada a vender? A mensagem cifrada já está nas páginas de jornais. E a batata está assando. Mãos limpas pelo menos podem ter queimaduras.

    Justificativa
    O eleitor que não votou no segundo turno das eleições deste ano tem até hoje para justificar a ausência nos cartórios eleitorais de sua cidade. Para resolver a pendência com a Justiça Eleitoral, é preciso apresentar requerimento de justificativa e comprovante do que impossibilitou o comparecimento às urnas. A falta de justificativa em três eleições consecutivas provoca o cancelamento da inscrição eleitoral. A Justiça considera cada turno uma eleição. Além de ter o título cancelado, o eleitor fica impedido de tomar posse em cargo público, tirar passaporte e obter empréstimos em bancos oficiais.

    Videoconferência
    O Tribunal de Contas dos Municípios e a Secretaria de Educação de Estado da Bahia assinaram, na quinta-feira (18/12), um acordo de cooperação técnica para a realização de videoconferências abordando temas de interesse dos gestores público, das organizações não governamentais e dos cidadãos. As aulas serão ministradas no Instituto Anísio Teixeira – IAT pelos qualificados técnicos que compõem o quadro funcional do TCM. O presidente Francisco Netto se mostrou bastante satisfeito com o acordo e destacou que “conhecemos as boas estruturas disponíveis no IAT. Poder realizar esta parceria nos dá condições de oferecer seminários para uma parcela maior de participantes, por meio das videoconferências”.

    Troca
    O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou o administrador público Clodoaldo Pelissioni como o novo secretário estadual de Transportes Metropolitanos. Ele substitui o engenheiro Jurandir Fernandes, que comandou a pasta em duas gestões do tucano – de 2001 a 2006 e de 2011 até hoje. A troca, segundo Alckmin, não tem relação com atrasos na entrega de novas estações de metrô – a Linha 4-Amarela, por exemplo, já deveria estar totalmente concluída. “Não há relação. Quem não continua não é porque está desaprovado. A mudança acontece porque vamos iniciar um novo governo. Não há mandato de oito anos, mas de quatro anos”.

    Liberdade negada
    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, negou o pedido de liberdade a Ricardo Pessoa, diretor da empreiteira UTC, preso em novembro, na sétima fase Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Na decisão, o ministro entendeu que o pedido de liminar só pode ser analisado após julgamento do mérito de outro habeas corpus, que também foi rejeitado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    Sem inclusão
    O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), não quer que seu nome seja incluído pelo PMDB como um dos prováveis ministros de Estado do futuro governo da presidenta Dilma Rousseff. Alves disse que quer concluir o mandato como presidente da Câmara até 31 de janeiro, quando se encerra a atual legislatura e termina seu mandato parlamentar.



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