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  • 22/01/2015


    Sobe – O Ministério da Saúde por lançar campanha nacional contra Hanseníase.


    Desce – A presidente Dilma que vetou o aumento de 6,5% na tabela do imposto de renda para pessoas físicas.


    Algo estranho


    Como pode o governador gaúcho, Ivo Sartori, depois de ter o seu salário fixado em R$ 25,3 mil, reduziu seu salário e do seu vice para R$ 17,3 e R$11,5, respectivamente, por pressão da imprensa? A cobrança foi porque, ao assumir o mandato, Ivo declarou que recebia o estado com problemas financeiros. Os secretários do Estado tiveram aumento em seus salários, passando a receber R$ 18,9 mil, mais que o governador. Será que alguém pode imaginar que a suposta economia de oito mil reais do governador vai sanar as finanças do Estado?


    Populismo barato


    O orçamento gaúcho para 2015 é de R$ 57bi, e faz-se uma pergunta: se o governador reduziu seu salário para economizar para o erário, porque não impôs igual sacrifício para seus secretários? O nome que tenho para isso é ‘populismo chinfrim’. É tentar passar uma imagem austera e altruísta que termina deixando dúvidas. O executivo de uma empresa que fatura R$ 1bi por ano, tem ganhos mensais de, no mínimo, R$ 100mil - além de prêmios pelo desempenho operacional. É claro que isso não serve de parâmetro para o poder público, mas é justo remunerar bem que tem tamanha responsabilidade.


    Conselho


    O deputado estadual Zé Neto (PT) respondeu a “picuinha que insiste em fazer” o presidente estadual do PMDB Geddel Viera lima, na entrevista à Rádio Metrópole terça (20), alertando que se continuar “com um discurso sem qualidade e sem conteúdo ele terá dificuldade até mesmo para se eleger chefe de quarteirão”. O deputado, que acha que Geddel não assimilou a derrota nas urnas nem “ter sido escanteado por ACM Neto”, defende a humildade, esforço e educação do governador Rui Costa, aconselhando: “O que a população espera é que a oposição faça propostas e aponte caminhos que ajudem o governo a corrigir suas eventuais falhas”.


    Amigos


    Deputado estadual do PTN, partido aliado do governo da Bahia, Carlos Geilson tem área de influência eleitoral em Feira de Santana, assim como o deputado Zé Neto (PT). “Tanto em Feira como em Salvador, vamos fazer tudo para ter conforto em relação a isso. Conversei com Geilson por telefone, falei para ele que não vou poupar esforços e trabalhar para ele ficar confortável”, revelou Zé Neto à redação do Bahia Notícias.


    Insensível


    Em mensagem transmitida ontem (21) via WhatsApp, o ex-secretário estadual de Saúde, deputado federal Jorge Solla (PT) atacou o governo Rui Costa (PT) por causa das 200 demissões de pessoas que, possivelmente, tenha indicado para a pasta. Segundo Solla, são centenas de famílias que estão sob o impacto do desemprego e da falta de perspectiva. “O governo toma uma atitude insensível e absurda, sem oferecer alternativas a estas pessoas, algumas delas com anos de trabalho e dedicação ao serviço público”, defende.


    Desmonte


    Solla, que se desentende com Rui desde a escolha da nova equipe na qual o cardiologista Fábio Villas Boas o sucedê-lo na gestão da Sesab, observa a pretensão de recuperar a economia com corte nos cargos mais baixos que sustentam o trabalho estadual, uma vez que há 20 anos não acontece um concurso para a área administrativa da Bahia. Solla aponta serviços comprometidos em áreas como “assistência farmacêutica, unidades de coleta e transfusão de sangue” e acrescenta: “Sequer tiveram o cuidado de procurar saber o que estes profissionais faziam!!! Não pode continuar este desmonte em uma área tão estratégica como a saúde em NOSSO GOVERNO!”, declarou.


    Avisado foi


    “O país das mil maravilhas, que estava no rumo certo, como está provado e nós denunciávamos, só existia na propaganda eleitoral da presidente”, observou o deputado federal Jutahy Jr. (PSDB), apontando que em 20 dias de segundo mandato, Dilma Rousseff (PT) conseguiu elevar os impostos, aumentar os juros, mudar os programas sociais, submeter o país a um apagão, transformar a gasolina do país na mais cara do mundo, fazer o desemprego crescer, ampliar a tarifa da energia elétrica e ‘mandar dizer’ que todas as medidas impopulares estão sendo adotadas para restabelecer a confiança do país juntos aos banqueiros internacionais.


    Reconhecimento


    O principal executivo do Banco Pactual, André Esteves, disse ontem (21), na Suíça, que os mercados financeiros estão no estágio inicial de reconhecer as mudanças positivas, que incluem maior disciplina fiscal, trazidas pela nova equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que também participa do Fórum Econômico Mundial. “O ministro Levy começou muito bem, as medidas anunciadas nesses últimos 30 dias são simples e fáceis de executar e de entender, tanto na área de otimização de custos quanto na de aumento de receita”, declarou Esteves.


    Abandono


    Em reunião, na qual foi exigida exclusividade de apoio, o PDT rompeu com o governo Rui Costa. Ao invés da indicação da prima Fernanda Mendonça à Secretaria Estadual de Agricultura, o presidente do partido, deputado federal Felix Júnior (PDT) decidiu manter a irmã, Andréa Mendonça, como secretária do Trabalho na gestão municipal de ACM Neto (DEM). Parte da ala abandonará o PDT e seguirão ao comando do deputado estadual Marcelo Nilo para outra legenda, possivelmente o PL, a ser criado.  



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