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  • 13/02/2015


    Sobe - Atitude do cidadão feirense que encontrou cães nas ruas e leva-os para vacinar.

    Desce - As brechas no código penal que podem favorecer criminosos.

    BRT

    Em entrevista ao Bahia Notícias o prefeito José Ronaldo (DEM), afirmou que as críticas ao projeto de BRT são de pessoas que "querem tirar o brilho do projeto". Apesar de não ter sido citado pelo adversário, o pré-candidato a prefeito de Feira em 2016, deputado Zé Neto (PT) declarou que "não é contra o BRT" e que o projeto é o Ronaldo oculta o fato de que o projeto é do governo federal. "Ele pegou o projeto do governo passado, suprimiu uma parte do projeto que atendia que uma comunidade mais popular, que era o bairro do Tomba e a parte leste da Avenida João Durval, para sobrar dinheiro e cumprir uma promessa de campanha dele, que são os túneis na Avenida Maria Quitéria", disse o petista.

    Encaminhamento

    Zé Neto ainda pontua que o BRT tem sido tratado pela presidente Dilma como um projeto de excelência e que se o prefeito feirense mandou recado, vai receber a resposta: "Não somos contra o projeto, somos contra como está sendo encaminhado os recursos. Ele está atrás de uma obra para se salvar das dificuldades que têm passado em Feira, principalmente com transporte coletivo", esclareceu.

    Recomposição

    A presidente Dilma Rousseff formalizou ontem (12) a indicação de José Guimarães (PT-CE) para exercer a função de líder do governo na Câmara dos Deputados. Guimarães ocupará o lugar de Henrique Fontana (PT-RS) e ressaltou que um dos primeiros passos dele no posto será reconstruir o diálogo com o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e com a base de apoio ao governo Dilma. "O desafio agora é recompor a base. Estender a mão para o diálogo. Vamos fazer conversas bilaterais com todos os líderes, além de reconstruir um diálogo com o presidente da Câmara", afirmou o deputado ao Broadcast Político.

    Relações

    A ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, Meire Poza depôs contando que o antigo chefe e o ex-deputado federal Luiz Argôlo (SD-BA) mantinham encontros em um escritório sigiloso em Curitiba, local reservado para encontros com políticos, e sinalizou o funcionamento da remessa de dinheiro e empresas de fachada criadas para camuflar transações financeiras com membros do Congresso Nacional. Após o Carnaval, o ex-deputado deve ser convocado pela Operação Lava Jato para apurar se as ligações entre Argôlo e Youssef podem ter sido montadas.

    Protegido

    Além de Argôlo, o ex-deputado federal e atual conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Mário Negromonte, também teria sido envolvido nos indícios apontados por Meire. Argôlo deixou o Congresso Nacional no início de fevereiro. Já o conselheiro do TCM não deve ser convocado pela Operação para depor pois, por ser membro de tribunal de contas, apenas o Superior Tribunal de Justiça possa processar, para que ele seja convocado.

    Conscientização

    Preocupado com os desdobramentos da crise hídrica, para que não se misture com a energética, o governo Dilma Rousseff planeja uma campanha para estimular o uso racional da água, numa mudança de postura do Planalto, que até o momento se concentrava no apoio financeiro aos principais Estados afetados pelos problemas de abastecimento. A estratégia de comunicação deve delimitar as responsabilidades dos Estados na gestão da água, que são de saneamento, e da União, que deve apoiar cada ente da federação com recursos e medidas necessários.

    Naval

    O deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA) demonstrou preocupação com o reflexo do escândalo da Petrobras na indústria naval da Bahia e criticou a decisão da ex-presidente da estatal, Graça Foster, que privilegiou grupos estrangeiros para construir blocos para equipamentos navais. De acordo com Bebeto, a crise na Petrobras, que envolveu o presidente da Setebrasil, Pedro Barusco, impactou a indústria naval do estado baiano, já que a empresa não cumpriu com suas obrigações contratuais.

    Suspensão

    Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada ontem (12), suspende a importação, a distribuição, a comercialização e o uso do medicamento Polixil B ®, sulfato de polimixina B, 500.000 UI, fabricado pelas empresas Mr Pharma S.A (Buenos Aires - Argentina) e Gland Pharma (Hyderabad - Índia). A única empresa autorizada a fabricar o produto é a Química Haller Ltda, localizada no Rio de Janeiro. A Anvisa determinou ainda que a empresa importadora do medicamento promova o recolhimento do estoque existente em mercado. 



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