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  • 18/08/2018


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    Desce - O desentendimento entre vereadores e secretários


    Mais limites


    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizou o limite de gastos de campanha para o cargo de vereador em sete municípios. Nessas localidades, os limites estavam superiores ao previsto para o cargo de prefeito. Foram verificadas inconsistências nos valores declarados pelos candidatos em suas prestações de contas das eleições de 2012 nos municípios de Manaus (AM), Piracanjuba (GO), Gonçalves (MG), Nova Lacerda (MT), Castanhal (PA), Paranaguá (PR) e Belford Roxo (RJ).


    Misturando as coisas


    Na sessão de ontem (17), na Câmara Municipal, os vereadores Justiniano França (DEM) e Zé Carneiro (PSDB) discutiram o possível uso das estruturas de secretarias municipais para apresentação de candidatos a vereador. “Façam o seu trabalho, e se continuar, vou falar com o prefeito”, disse Justiniano. Já José Carneiro afirmou que secretários não são cabos eleitorais. “Não é permitido usar a estrutura de uma secretaria para fazer campanha eleitoral”, concluiu.


    O rejeitado


    O vereador Tonhe Branco (PHS), mais uma vez “pegou ar” com uma secretaria municipal, desta vez foi a de Serviços Públicos. Tonhe afirmou que até hoje nunca teve nenhuma solicitação atendida pelo secretário da pasta. “O secretário Ícaro só atende pedidos do vereador Isaias, pois tem interesse em eleger nomes do PSC”, alfinetou.


    Trabalhem mais


    Justiniano França (DEM) chamou a atenção dos colegas para que façam uma campanha limpa e que principalmente respeite o povo. França disse que todos têm que se manter a disposição da população, pois não têm a certeza de retorno. “O importante é que consigamos garantir mais ganhos para a população”, afirmou.


    Tratem de resolver


    As cobranças em relação às taxas exigidas pelo Fluminense de Feira de Santana para que os vendedores ambulantes exerçam o trabalho dentro do estádio ainda são fortes por parte do vereador Correia Zezito (PSL). “Estão roubando os camelôs, pelo amor de Deus Gerinaldo (presidente do Fluminense de Feira) estão metendo a mão no bolso do povo”, disse.

     

    Terei que ir à justiça?


    Ainda sobre o assunto, Correia Zezito (PSL) disse que se o Fluminense não tomasse nenhuma providência para que as taxas deixem de ser cobradas, que ele irá tomar medidas na justiça, pois tem sido pressionado pela população. “Que o time aumente os ingressos, mas não tire de quem menos tem, vou até o prefeito resolver isto”, afirmou.


    Políticos não entendem de contas


    O vereador José Carneiro (PSDB) criticou o Tribunal de Contas da União, afirmando que lá não existe se quer um profissional formado em contabilidade, que todos são políticos indicados por segundo ele “cardeais políticos”. Querem questionar o poder das câmaras municipais, mas ficou decidido, quem tem o poder de votar as contas somos nós e não estes privilegiados, acusados de atos ilícitos, repudio a ação destes senhores”, concluiu. 



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