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  • 28/12/2016


    Sobe - O Governo Muncipal que homenageou à imprensa feirense pelos relevantes serviços prestados

     

    Desce - A intolerância contra homossexuais que barbaramente ceifou mais uma vida em São Paulo

     

    Sem crise

     

    Na contramão da crise, Salvador é a única capital do país que não reduziu os investimentos para a festa de Réveillon deste ano. A festa que marca a virada de 2016 para 2017 deverá custar R$ 9 milhões, dos quais 40% serão arcados com recursos públicos e 60% pela iniciativa privada. Em outras capitais houve retração nos investimentos, como no Rio de Janeiro, em que o tempo da queima de fogos reduziu de 16 para 12 minutos na praia de Copacabana.

     

    Na mira

     

    A Polícia Federal cumpriu mandados na manhã de ontem (27), em gráficas contratadas pela campanha eleitoral da ex-presidente Dilma Rousseff e do presidente Michel Temer, no âmbito de uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ajuizada pelo PSDB para cassação da chapa, que venceu as eleições para a Presidência da República em 2014. Os agentes visitaram as gráficas após evidências, durante as investigações, de que os serviços contratados não foram prestados.

     

    Jogo de interesses

     

    O fatiamento do impeachment no Senado Federal garantiu à Dilma Rousseff a manutenção dos direitos políticos. O alívio à petista ocorreu após um acordo entre dois senadores do PT e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB). Renan conversou em seu gabinete com os senadores Humberto Costa (PT-CE) e Paulo Rocha (PT-PA) e acordaram a decisão de manter o direito de Dilma exercer cargo público. Em troca, o PT deveria apoiar o PMDB à presidência do Senado no pleito que deve ocorrer no início de 2017.

     

    Continuarão juntos

     

    O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, defende que o partido continue na linha de apoio ao presidente Michel Temer (PMDB). Seu posicionamento vai de encontro ao que pensa o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), defensor de um distanciamento do PMDB. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o tucano mineiro diz que um distanciamento do governo Temer por parte do PSDB sairá "imensamente caro ao país".

     

    Tentando contornar

     

    A renegociação das dívidas dos estados e a autorização para uso dos depósitos judiciais e administrativos por esses entes federativos estão entre várias medidas aprovadas no Senado em 2016 para o enfrentamento da crise financeira. A autorização para a assinatura de aditivos contratuais, que prevê reduções escalonadas das parcelas mensais devidas à União, que variam de 94,73% em janeiro de 2017 até 5,26% em junho de 2018, só depende agora de sanção presidencial.

     

    A vista, melhor opção

     

    O Diário Oficial da União desta terça-feira (27) traz publicada a Medida Provisória 764, que autoriza a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado. A medida torna nula cláusula contratual que proíba ou restrinja tal diferenciação de preços. A permissão de preços diferentes para pagamento no cartão de crédito ou à vista, por exemplo, foi um dos pontos do pacote de medidas microeconômicas anunciado pelo governo no dia 15 de dezembro. Elas visam facilitar o ambiente de negócios para empresas e aquecer a atividade econômica.

     

    Fies

     

    Termina nesta sexta-feira (30), o prazo para renovar o contrato do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), tarefa que os estudantes precisam executar a cada semestre. Além disso, os bolsistas também têm até a quinta-feira (29), para entregar no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal os Documentos de Regularidade de Matrícula (DRMs) emitidos a partir de 25 de novembro.


    Caso Odebrecht

     

    O governo do Equador declarou nesta segunda-feira (26), que não aceitará "sem provas" as afirmações de funcionários da Odebrecht sobre subornos do grupo brasileiro no país, que teriam totalizado US$ 33,5 milhões. "Não aceitaremos, sem provas, as versões de diretores de uma empresa que se declarou culpada de atos de corrupção, e que para atenuá-los, literalmente, negocia sua responsabilidade com a Justiça americana pagando multas bilionárias", declarou o governo do Equador em comunicado divulgado pela Secretaria de Comunicação. O caso envolve o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. De acordo com as investigações, funcionários públicos equatorianos receberam subornos nos anos de 2007 e 2008, precisamente quando a Odebrecht foi expulsa do país.



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