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  • 24/02/2017


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    Desce - Os insistententes tumultos entre torcidas organizadas do Bahia e do Flu de Feira

     

    Fora Moro


    A defesa do ex-presidente Lula ingressou no Superior Tribunal de Justiça (STJ) com pedido de habeas corpus para anular a ação a que responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em Curitiba, e o afastamento de Sérgio Moro do caso por "total ausência de imparcialidade". De acordo com Lauro Jardim, do jornal O Globo, a defesa alega a 13ª Vara Federal Criminal, onde tramita a ação penal contra Lula não teria competência territorial. Para sustentar a falta de imparcialidade de Moro, a defesa cita a condução coercitiva de Lula, na 24ª fase da operação, em março do ano passado, como indício de supostos excessos na condução dos processos da Lava Jato.

     

    Sem acesso às delações


    O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poderão acessar as delações premiadas da operação "lava jato". A negativa para Lula se deu, pois, as informações solicitadas ainda não foram homologadas pelo Supremo Tribunal Federal. Já para Aécio, foi negada por ele não ser investigado na operação. O ex-presidente queria ter conhecimento da delação do ex-deputado e ex-presidente do PP Pedro Corrêa, Aécio Neves solicitou os dizeres dos ex-executivos da Odebrecht Benedicto Júnior e Sérgio Neves. Os pedidos foram negados pelo ministro Edson Fachin, relator do caso no STF.

     

    Transferência negada


    O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido feito pela defesa do ex-deputado Eduardo Cunha para que ele fosse transferido do Complexo Médico-Penal de Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, para a carceragem da sede da Polícia Federal na capital paranaense. Cunha foi transferido da carceragem da PF para o Complexo Médico-Penal em dezembro, por ordem do juiz federal Sérgio Moro. No mesmo despacho, no entanto, o magistrado determinou que Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira OAS, e João Cláudio Genu, ex-tesoureiro do PP, permanecessem na sede da PF, para facilitar o deslocamento para audiências na Justiça e oitivas em inquéritos.

     

    Abuso de autoridade


    O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Edison Lobão (PMDB-MA), afirmou ontem (23), que não dará prioridade ao projeto que trata do abuso de autoridade. Passada a sabatina do ministro Alexandre de Moraes pelos membros da comissão, a pauta da CCJ será redefinida nos próximos dias. O projeto do abuso de autoridade chegou ao plenário do Senado no fim do ano passado em regime de urgência. Contudo, por entendimento entre os líderes e determinação do então presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto foi remetido à CCJ.

     

    Propina ao PMDB


    A Polícia Federal deflagrou nesta quinta (23), a 38ª fase da Operação Lava Jato, apelidada de Operação Blackout, que apura o pagamento de US$ 40 milhões em propina a políticos e diretores da Petrobras. A maior parte dos valores pagos a políticos foi direcionado a membros da bancada do PMDB no Senado, segundo o Ministério Público Federal. Foram expedidos mandados de prisão a dois operadores financeiros: Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, lobistas na Petrobras e ligados ao PMDB. Ambos estão nos Estados Unidos e foram incluídos na lista de procurados da Interpol (Polícia Internacional).



    Caixa dois


    A Odebrecht relatou o pagamento de R$ 2,5 milhões de caixa dois para a campanha de 2014 do deputado federal Andrés Sanchez (PT-SP), eleito naquele ano. O ex-presidente do Corinthians e responsável pela construção do estádio do time, na zona leste de São Paulo, teve 169.658 votos. A informação consta nos acordos de delação premiada do ex-diretor-superintendente Luiz Bueno e do ex-presidente de Infraestrutura do grupo baiano, Benedito Júnior, o BJ. Os dois estão entre os 77 executivos da empreiteira que fecharam colaboração com a Lava Jato. 



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