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Família em Barbacena tem casa furtada enquanto viajava
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  • 25/03/2017


    Sobe - Os avanços na negociação entre a Prefeitura e os mototaxistas em Feira de Santana


    Desce - Ministro do STF Gilmar Mendes que fala continuadamente de anulação das delações, o que beneficia os indiciados


    APLB


    A diretoria da APLB convocou os professores de Feira de Santana para juntamente com os de Salvador fazerem manifestação contra a reforma da Previdência e a lei da terceirização. Sabe aonde? Defronte ao Hiper Bompreço, na Av. ACM em Salvador. Por ficarem sem trabalhar e focados exclusivamente em dez dias de descanso, não tiveram tempo nem de ler jornais ou ver televisão para saber que quem vota nos dois projetos são deputados federais, lá em Brasília e não os pobres funcionários do supermercado. Marlede, Marlede!


    ACM governador


    Em entrevista à rádio Metrópole, na manhã da sexta-feira (24), o prefeito ACM Neto (DEM) voltou a comentar a possibilidade de se lançar nas eleições de 2018. Ao refutar a informação de que seria vice na chapa de João Dória (PSDB) à presidência da República, o demista não descartou disputar o governo do Estado. “Não sou de ficar fazendo planos. […] Imagine se desde janeiro de 2013 ficasse paranoico com as eleições de quatro anos depois. O momento era de trabalhar e deu certo. Não descarto a possibilidade de ser candidato a governador, mas não tenho nenhuma decisão tomada. Você acha que vou ouvir meu vice Bruno Reis? Ou João Roma que está pensando em entrar na política, no eleitoral? Vou ouvir o povo”, declarou.


    Alckmin presidente


    Único pré-candidato ao Palácio do Planalto da base governista que já está se movimentando abertamente para 2018, é o governador Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu o reforço do PTB em seu “palanque”. Doze anos após ter o mandato cassado por sua participação no mensalão, do qual foi delator, o ex-deputado Roberto Jefferson (RJ), presidente nacional do PTB, e o secretário-geral da legenda, deputado Campos Machado (SP), disseram ao Estadão que a questão está fechada no partido. Questionado sobre a possibilidade do prefeito João Doria ser o candidato tucano, Campos Machado foi categórico. “Nós só temos um candidato (a presidente), que é o Geraldo Alckmin. Se não for ele, lançaremos um nome do PTB na disputa”, disse o deputado estadual.


    Relação continua


    Após deixar o ministério da Secretaria Geral de Governo aturdido por denúncias de suposto tráfico de influência, o baiano Geddel Vieira Lima voltou a reencontrar o presidente Michel Temer. Segundo a Veja, o encontro aconteceu na quinta-feira (23), e “quebrou o gelo” entre os dois. Desde que saiu do ministério, Geddel não tinha pisado em Brasília nem falado com Temer, pelo que se sabe.


    Presidência do PT não inteteressa


    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou na quinta-feira (23), ao comando do PT que não se candidatará à presidência do partido. Lula tomou essa decisão após uma reunião com uma comissão de petistas. Prevalece, segundo correligionários, a opinião da assessoria jurídica do ex-presidente e diretores do Instituto Lula. O ex-presidente chegou a autorizar a articulação em torno de seu nome, mas recuou.


    Aumento de impostos


    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou na quinta-feira (23), o que já havia sinalizado há alguns dias: o governo aumentará impostos para cumprir a meta fiscal deste ano. Segundo Meirelles, em entrevista ao SBT, parte do rombo de R$ 58,2 bilhões será coberta com elevação de impostos já existentes. “Uma parte dessa diferença será cumprida com mais cortes de gastos e uma parte será aumento de impostos”, disse ele. Entre os que serão alterados estão PIS/Cofins e a reoneração de algumas isenções fiscais que foram concedidas e que, de acordo com o ministro, não surtiram o efeito produtivo esperado.


    Veto da terceirização


    Uma nota técnica pedindo o veto integral da lei que flexibiliza a terceirização deverá ser enviada ainda na quinta (23), pelo Ministério Público do Trabalho para a Presidência da República. O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury, afirmou que o projeto aprovado pelo Congresso Nacional não irá cumprir o que propõe e vai gerar mais insegurança jurídica no mercado de trabalho. Fleury afirmou que, caso a lei seja aprovada, as relações empregatícias serão precarizadas e os contratos indeterminados serão substituídos por temporários. O MPT irá analisar se cabe uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin). “Foi tão mal feito que vai gerar uma insegurança maior”, afirmou Fleury. 



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