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  • 13/04/2017


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    Desce - Vereadores que faltaram a sessão de ontem, o que resultou em seu cancelamento


    Rui está preocupado


    O governador Rui Costa (PT) minimizou o teor dos inquéritos divulgado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, com base nas delações premiadas de ex-executivos da empreiteira baiana Odebrecht. Durante visita as obras da Embasa na BA-526, na manhã da quarta (12), o petista lembrou que a lista de Fachin não é condenação de ninguém. “Não há condenação de ninguém, nem de aliados e nem de adversários. As listas que saem são autorizando que as pessoas sejam investigadas e seja apurada, ou não, a veracidade das delações. Não se trata aqui de inocentar ou de condenar ninguém previamente. As pessoas exercerão seus direitos de defesa. Minha preocupação é apenas que o país não pare. Acho que temos que continuar trabalhando. O povo brasileiro está sofrendo muito com essa crise”, afirmou Rui ao Bocão News.


    Neto continua tranquilo


    O prefeito ACM Neto disse estar “absolutamente tranquilo” com relação à citação da Procuradoria-Geral da República nos inquéritos da Operação Lava Jato em que houve acordo de delação premiada com executivos do Grupo Odebrecht. Durante entrega de geomantas na Vila Canária, na quarta-feira (12), Neto disse ao Bocão News que aguarda a revelação de todo o conteúdo das delações premiadas da Odebrecht, nas quais foi citado, para que possa se posicionar sobre o assunto. “Ainda não temos conhecimento sobre o conteúdo do que existe ou não existe que envolva o nosso nome. Apenas verificamos uma petição, um despacho do ministro Fachin encaminhado para a Justiça Federal. Eu espero que, o mais rápido possível, possamos ter acesso a tudo. Que todo o conteúdo que eventualmente fui citado e mencionado pela colaboração da Odebrecht venha a público”, declarou o prefeito.


    Lídice não teme


    Em nota enviada a imprensa no início da noite de terça-feira (11), a senadora Lídice da Mata (PSB) respondeu o fato de seu nome constar na lista de abertura de inquérito autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. A socialista, em seu penúltimo ano de mandato no Senado Federal, afirmou que tem a consciência tranquila e defendeu a quebra do sigilo do processo. “Acho muito importante essa autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para a devida abertura dos inquéritos. Espero que agora haja a quebra do sigilo de todo o processo, como já havia solicitado. Tenho a consciência tranquila e a confiança de que tudo será esclarecido. A seriedade da minha vida pública fala por mim”, escreve.


    Lista pode atrasar reformas


    A equipe econômica do governo Michel Temer acredita que a divulgação dos políticos alvos de inquéritos por parte do Supremo Tribunal Federal (STF) deverá atrasar o calendário das reformas. A lista do ministro Edson Fachin deverá atrapalhar, principalmente, a reforma da Previdência. De acordo com a Folha de S. Paulo, os integrantes da equipe temem que os deputados e senadores passem a se ocupar de pautas ligadas à Lava Jato, como anistia ao caixa dois ou a punição a abusos de autoridade. As reformas do governo ficariam, então, em segundo plano e sem chance de aprovação no primeiro semestre. Em diálogos reservados, Meirelles relatou a assessores que Temer manifestava otimismo e a perspectiva de que os deputados e senadores decidiriam se ocupar das grandes votações para “virar a página”.


    Bolsonaro comemora e ironiza


    Em vídeo publicado em sua página oficial no Facebook, logo após a divulgação da lista do ministro Edson Fachin (STF) abrindo inquérito contra nove ministros e 71 congressistas, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) comemorou a ausência do próprio nome no documento. De acordo com o Bocão News, o polêmico parlamentar não economizou deboche e ironia contra os petistas Carlos Zarattini (PT-SP) e, principalmente, Maria do Rosário (PT-RS). “Tem duas pessoas maravilhosas aqui (na lista). O Carlos Zarattini e a Maria do Rosário. Mas, o que é isso Maria do Rosário? A Papuda lhe espera”, diz aos risos.


    Repasses para Lula

     

    Além de confirmar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o referido “Amigo” no esquema de propinas, o empreiteiro Marcelo Odebrecht revelou, em depoimento ao juiz Sérgio Moro, que combinou com o ex-ministro Antonio Palocci a reserva de R$ 40 milhões de reais em propinas para atender as “demandas de Lula”. Isso teria acontecido em dezembro de 2010, no fim do segundo mandato do petista. “Tinha um saldo de uns 40 milhões. Aí o que eu combinei com o Palocci? Vai mudar o governo, vai entrar a Dilma [..] A gente sabia que ia ter demandas de Lula, por uma questão do instituto, para outras coisas. Então o que a gente disse foi o seguinte: ‘Vamos provisionar uma parte desse saldo, e então botamos R$ 35 milhões no saldo Amigo, que é Lula, para uso que fosse orientação de Lula, porque a gente entendia que Lula ainda ia ter influência no PT”, declarou Marcelo. Concedido na segunda (10), o depoimento detalhou como o esquema de financiamento das demandas do ex-presidente por parte do “Departamento de Operações Estruturadas” foi criado. As informações são do Bahia Notícias.



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