Classivendas
Em cima da hora:
População detém suspeito de roubar menor no Centro de São Carlos, SP
-
  • Facebook
  • Twitter
  • Orkut
  • Feeds
  • 15/04/2017


    Sobe - Hospital da Mulher por implantar o projeto Polvos Amigos e ajudar no tratamento de crianças com nascimento precoce


    Desce - A maioria dos políticos brasileiros por serem motivo de vergonha para a nação brasileira


    Dizimado


    Um dia após o início da divulgação dos dados da delação da Odebrecht, o PSDB reagia de forma descoordenada à saraivada de acusações sofrida pela sigla. Até por não estar citado no caso, o prefeito paulistano, João Doria, é visto internamente como o grande beneficiário da confusão. Nas palavras de um dirigente da sigla, “o partido está sendo dizimado” e seria preciso criar uma estratégia para evitar o mesmo destino do PT, que foi moído politicamente pela Lava Jato. A delação atingiu em maior ou menor grau toda a cúpula tucana. As informações são do Folhapress.


    Lula


    O ex-presidente Lula voltou a dizer que poderá concorrer à presidência da República em 2018 e minimizou o crescimento de adversários, principalmente daqueles que não pertencem à política, como João Doria. “Não existe solução fora da política. O que é preciso é que os políticos tenham coragem de enfrentar essa situação. Com financiamento público para que não haja relação promíscua com empresas, que haja uma reforma política… Na hora que provarem algum crime meu, quero ser julgado como qualquer cidadão”, declarou em entrevista à rádio Metrópole.


    Despreocupado


    Ao ser questionado sobre as delações da Odebrecht, o ex-presidente Lula disse que o conteúdo é tão “inverossímil” que não vai “rir nem chorar”. “A delação tem que ser provada, não dá para o cidadão apenas falar alguma coisa. Não posso ficar nervoso, vou preparar o depoimento e a vida segue. No dia que provarem R$ 10 que não são meus eu saio da política”, garantiu, durante entrevista à rádio Metrópole na manhã da quinta-feira (13). Ainda na conversa, Lula falou sobre a economia brasileira e criticou a reforma trabalhista, dizendo que trará uma espécie de escravidão moderna.


    Caixa 2


    O prefeito ACM Neto (DEM) rebateu mais uma vez a menção do seu nome na lista de petições ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, para apuração em instâncias inferiores de investigados sem prerrogativa de foro privilegiado no STF. “Não recebi dinheiro via caixa 2, isso não ocorreu, estou muito tranquilo. A Odebrecht colaborou em 2012, via Democratas, que passou à minha campanha de forma oficial. As contas foram aprovadas, podemos provar. A campanha foi feita de maneira lícita, isso não tem nada a ver com Lava Jato. Acho ótimo que se apure, para que depois a verdade venha à tona”, disse em entrevista ao programa Se Liga Bocão, na Itapoan FM, na quarta-feira (12). O demista disse ainda que não a situação não lhe tira o sono e tão pouco é impedimento para eventual candidatura ao governo do estado em 2018.


    Unidos venceremos


    Segundo o Folha de São Paulo, Michel Temer, Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva estão juntos em um pacto pela sobrevivência do PMDB, PSDB e PT até, pelo menos, as eleições de 2018. O acordo passa pela manutenção de Temer até 2018 e a realização de eleições diretas em outubro do ano que vem, com a participação de Lula. A tese dos bastidores é que não há tempo para uma condenação em segunda instância do petista até 2018, o que o deixaria inelegível.


    Unidos venceremos I


    Caso exista, haveria recursos em instâncias superiores. Desde novembro do ano passado, quando a Operação Lava Jato mostrou potencial de atingir novos setores políticos e econômicos, os três se reúnem para discutir medidas que limitem a operação e impeçam a quebra das legendas. De acordo com pessoas ouvidas pela Folha de S. Paulo, a avaliação do trio é que a Lava Jato quer eliminar a classe política e abrir espaço para um novo projeto de poder, este liderado pelos responsáveis pela investigação.


    Mudanças


    Com denúncias de corrupção que atingem políticos de diversos partidos, muitas siglas avaliam a possibilidade de mudar de nome. De acordo com o blog Radar Online, da Veja, o PTdoB deve ser oficializado como “Avante” no encontro nacional do partido, que acontece no próximo dia 29, em Brasília. Assim, a legenda pretende conseguir 18 deputados em 2018. Atualmente, eles têm apenas cinco. De acordo com a publicação, outro partido que cogita uma mudança é o PMDB. Nas reuniões do partido, o presidente da sigla, Romero Jucá, fala no nome “Movimento”. Outros que já efetivaram a mudança são o DEM, que, na semana passada, comemorou 10 anos desde que deixou de ser PFL. O PTN já adotou o nome de “Podemos” e tem pretensão de lançar um candidato ao Planalto nas eleições do ano que vem. O PSL também já começa a mudança para “Livres”.



Os comentários e textos não representam a opinião do portal; a responsabilidade pelo blog é do autor da mensagem.
Folha do Estado da Bahia
Desenvolvido por Tacitus Tecnologia