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  • 13/05/2017


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    Desce - Filhos que desonram suas mães causando-lhes sofrimento, angústia e dor


    Reforma da Previdência


    O presidente Michel Temer estima ter ao menos 314 dos 320 votos que necessita para aprovar a reforma da Previdência. Em entrevista ao jornal O Globo publicada nesta sexta-feira (12), ele nega, no entanto, que o Planalto tenha feito o levantamento. “Nós não fizemos ainda este levantamento. É claro que temos uma base aliada muito ampla, os partidos vão detectar nome por nome. Este vota, este não vota e, evidentemente, é uma decisão do Congresso, mas eu só pedirei para levar no dia que tiver os votos cravados. Tem que ser uns 320".


    Popularidade não preocupa


    O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (12), que não se preocupa com índices de popularidade. Após participar de solenidade no Palácio do Planalto, ele afirmou, em uma conversa com a reportagem do jornal “O Estado de São Paulo que o foco é o crescimento econômico. “Não estou preocupado com popularidade. Minha preocupação é o crescimento do país, a minha preocupação é o Brasil”, afirmou. “A ordem é a da frase ‘Ordem e Progresso’", salientou. As declarações de Temer foram feitas à reportagem logo após a reunião de balanço do primeiro ano de governo.


    Improbidade administrativa


    A ex-governadora do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho foi condenada pela Justiça do Estado pelo crime de improbidade administrativa, que foi cometido em 2004, quando ela ainda respondia pelo Executivo estadual. O ex-secretário de Comunicação Ricardo Alberto de Oliveira Bruno também foi condenado. Rosinha Garotinho teve seus direitos políticos suspensos por cinco anos, além de ter que ressarcir integralmente os cofres públicos em R$ 166 mil, acrescidos de correção monetária e multa de 1% ao mês desde a realização da despesa.


    Deverá continuar preso


    O juiz federal Sérgio Moro enviou ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato na Corte, defendendo que o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) seja mantido na prisão. A manifestação de Moro se dá no âmbito de um habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados no STF. No documento, remetido nesta quinta-feira (11) ao STF, Moro menciona transações financeiras realizadas por Eduardo Cunha mesmo diante das investigações da Operação Lava Jato ao alegar que a eventual soltura do peemedebista poderia colocar “em risco a integral recuperação do produto do crime e, por conseguinte a aplicação da lei penal”.


    Tratou caixa dois pessoalmente


    Os empresários João Santana e Mônica Moura, responsável pelas ações de marketing das últimas três campanhas presidenciais do PT, afirmaram aos procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato que a ex-presidente Dilma Rousseff deu sua garantia pessoal de que os pagamentos pelos serviços na campanha à reeleição de 2014, incluindo recursos “por fora”, seriam realizados em dia. Os depoimentos feitos pelo casal e que integram os acordos de delação premiada tiveram o sigilo judicial retirado na quinta-feira (11), pelo ministro Edson Fachin relator das ações da Lava Jato no STF (Supremo Tribunal Federal). Eles disseram ter combinado diretamente com Dilma Rousseff, em 2014, o pagamento de R$ 35 milhões não declarados à Justiça Eleitoral.


    Preocupado com a Venezuela


    O presidente Michel Temer expressou na quinta-feira (11) por meio de um comunicado a preocupação do Brasil com a situação na Venezuela e disse que o país está pronto para prestar ajuda humanitária ao país vizinho, que enfrenta uma crise econômica, que inclui falta de alimentos e remédios. Temer emitiu a nota após se reunir com Antonieta López e Lilian Tintori, mãe e esposa de Leopoldo López, líder de oposição na Venezuela preso desde 2014. O presidente diz que o Brasil está “ao lado do povo venezuelano” e apoia a democracia e os direitos humanos no país vizinho.


    Denúncia as vésperas


    Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva denunciaram Sérgio Moro no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na quarta-feira (10), véspera do seu depoimento ao juiz federal. A reclamação disciplinar assinada também pelo petista pede providências depois que Moro proibiu a gravação independente da oitiva. De acordo com O Globo, os advogados Cristiano Zanin e Roberto Teixeira pedem que o magistrado seja notificado para prestar informações em 15 dias, “sem prejuízo de outras diligências necessárias para apurar as verossimilhanças da imputação”. A defesa pede também que sejam adotadas contra Moro “as medidas previstas no Regimento Interno do CNJ, com a eventual imposição de sanções disciplinares”.



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