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  • 19/05/2017


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    Geilson dá ultimato


    Na manhã de ontem (18), em seu programa Jornal Transamérica, que vai ao ar na emissora que leva o mesmo nome, o radialista e deputado estadual Carlos Geilson (PSDB), disse que ou sai da presidência do PSDB, senador Aécio Neves ou sai ele. “Aécio deve sair da presidência do partido ou saio eu. Não tem condições de presidir o partido. O PSDB tem que tomar uma posição. Não quero dizer que ele seja culpado. Até porque todos são inocentes até que se prove o contrário”, declarou Carlos Geilson irritado com as delações de executivos do grupo J&F envolvendo o nome de Aécio Neves. As informações são do site Bahia na Política.


    Abandonou o barco


    Depois de ouvir vários deputados do PSDB, o ministro das Cidades Bruno Araújo decidiu deixar o governo. Essa é a primeira baixa desde que se instalou a crise política após a revelação de que o presidente Michel Temer deu aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha. Bruno Araújo deve comunicar sua decisão ao Palácio do Planalto nas próximas horas. Nas conversas com deputados tucanos, Bruno ouviu e concordou que não dava mais para permanecer no governo após as revelações.


    Abandonou o barco II


    O ministro da Cultura, Roberto Freire (PPS), anunciou na quinta-feira (18), que vai abandonar o cargo e, com isso, deixar a base do presidente Michel Temer. De acordo com informações da GloboNews, ele seguirá decisão da bancada do PPS, que optou por entregar os postos que possui no governo. Além da pasta da Cultura, o PPS também detinha o comando do Ministério da Defesa, nas mãos de Raul Jungmann. Freire é o segundo ministro a anunciar a saída do governo. O primeiro foi o ministro das Cidades, Bruno Araújo, do PSDB.


    Marina pede diretas


    Vista como pré-candidata ao Palácio do Planalto em 2018, Marina Silva apoia a convocação de eleições diretas junto à cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em um vídeo publicado em seu Facebook, a porta-voz da Rede ressalta a surpresa da população brasileira diante das gravações feitas pelo empresário da JBS, Joesley Batista. “O Presidente da República não está mais em condições de governar o Brasil. A fraude eleitoral de 2014 já sinalizava: Nem Dilma nem Temer teriam condições e legitimidade de conduzir o país”, rechaça Marina.


    Novo mandado de prisão


    A Polícia Federal (PF) cumpriu na manhã de ontem (18), um novo mandado de prisão preventiva contra o ex-presidente da Câmara de Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele foi notificado dentro no Complexo Médico-Penal (CMP), na Região Metropolitana de Curitiba, onde cumpre pena por condenação em processo da Operação Lava Jato. O mandado foi expedido pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), como parte da Operação Patmos, deflagrada a partir da colaboração premiada dos donos da JBS.


    Irmã de Aécio é presa


    A irmã e assessora do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, foi presa por agentes da Polícia Federal e do Ministério Público Federal na manhã de ontem (18), no condomínio Retiro das Pedras, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O primo do senador e de Andrea, Frederico Pacheco de Medeiros, também foi preso na Grande BH. Andrea foi presa porque há suspeitas de que ela tenha pedido dinheiro ao empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, em nome do irmão.


    Coronel quer novas eleições


    O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ângelo Coronel (PSD), defendeu ontem (18), eleições gerais no Brasil, de vereador a presidente da República. De acordo com o socialdemocrata, após as denúncias feitas contra o presidente Michel Temer pelo empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS, esta seria a saída para a crise política no Brasil. Para Coronel, a saída passa, necessariamente, pela autonomia do voto popular. “O povo tem que voltar às urnas para colocar o país nos trilhos. E o novo governo já assumiria com o dever de fazer as reformas que tanto o Brasil precisa, principalmente, a reforma política”. Para Coronel, o atual Congresso Nacional não tem condição moral de encaminhar uma eleição indireta nesse momento. 



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