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  • 20/05/2017


    Sobe - Prefeitura por assinar termo de adesão ao Fórum de Gestores Municipais de Promoção da Igualdade Racial


    Desce - Aécio Neves e Michel Temer por terem sido delatados


    Continuará sem Temer


    O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que continuará no comando da equipe econômica caso o presidente Michel Temer deixe o cargo. A declaração foi dada a investidores e aliados na quinta-feira (18), quando Meirelles também sinalizou que acredita na permanência do peemedebista no poder. De acordo com a Folha, a possibilidade de Meirelles continuar na Fazenda foi cogitada nos bastidores, principalmente se o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), assumisse. O ministro é visto por empresários e investidores como a principal âncora do governo e fiador de uma política econômica alinhada com o mercado. Durante turbulência causada pela delação da JBS, divulgada na noite de quarta-feira (17), Meirelles conversou com representantes de bancos e investidores para reforçar a disposição do governo em implementar as reformas em tramitação no governo.


    Loures chega ao Brasil


    O deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), que foi filmado pela PF recebendo uma bolsa com R$ 500 mil enviados pelo empresário Joesley Batista, do grupo JBS, chegou ao Brasil ontem (19), pela manhã. Alvo de mandados de busca e apreensão da Operação Patmos, deflagrada na manhã da quinta (18), Loures estava em Nova York, nos Estados Unidos, acompanhando o evento Person of the Year, que teve entre os premiados o prefeito de São Paulo, João Doria. Ele desembarcou no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, às 7h35, uma hora depois do avião pousar, às 6h25, e foi hostilizado no aeroporto, sendo chamado de “ladrão”, “bandido”. Ele não quis conceder entrevista, entrou em um táxi branco e não informou para qual cidade. O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, determinou o afastamento do parlamentar do cargo, após a delação de Joesley.


    Barbosa pede renúncia de Temer


    Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa é mais um a endossar o coro do “Fora Temer”. Após a divulgação da gravação entre o empresário Joesley Batista e o presidente da República, Barbosa não vê outra saída para o Brasil. “Os brasileiros devem se mobilizar, ir para as ruas e reivindicar com força: a renúncia imediata de Michel Temer”, compartilha o magistrado em seu perfil no Twitter, na manhã da sexta-feira (19). Na série de postagens, Barbosa ainda criticou o fato de que “nada” foi feito até chegar a esse ponto. Ele atesta que políticos, empresários e parte da mídia se uniram para minimizar a gravidade das “estarrecedoras revelações”. “Isoladamente, a notícia extraída de um inquérito criminal e veiculada há poucas semanas, de que o Sr. Michel Temer usou o Palácio do Jaburu para pedir propina a um empresário, seria um motivo forte o bastante para se desencadear um clamor pela sua renúncia”, defende.


    Rejeitará pedidos de impeachment


    O vice-líder do governo na Câmara, Darcísio Perondi (PMDB-RS), disse na quinta-feira, 18, que o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deve rejeitar todos os pedidos de abertura de processo de impeachment contra o presidente Michel Temer. É prerrogativa de Maia analisar a admissibilidade dos pedidos. “Ele, com certeza, vai rejeitar todos os pedidos”, disse Perondi. O peemedebista afirmou ainda que o questionamento de aliados é normal, mas que Temer é habilidoso no diálogo com parlamentares. Sobre o PSDB especificamente, Perondi disse que “é óbvio que o partido tem dúvida, mas está firme no governo”.


    Reforma da Previdência


    O relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), afirmou na quinta-feira (18), que após as denúncias divulgadas contra o presidente Michel Temer, “não há espaço” para se avançar na tramitação da matéria no plenário da Câmara dos Deputados. “De ontem para cá, a partir das denúncias que surgiram contra o presidente da República, passamos a viver um cenário crítico, de incertezas e forte ameaça da perda das conquistas alcançadas com tanto esforço”, disse, em nota divulgada à imprensa. Segundo o parlamentar, só após o esmiuçar dos fatos, será possível avaliar a retomada da reforma. “É hora de arrumar a casa, esclarecer fatos obscuros, responder com verdade a todas as dúvidas do povo brasileiro, punindo quem quer que seja, mostrando que vivemos em um país em que a lei vale para todos. Só assim é que haveremos de retomar a Reforma da Previdência Social e tantas outras medidas que o Brasil tanto necessita”, finaliza Maia.



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